Maps to the Stars, com Julianne Moore, Robert Pattinson, John Cusack, Mia Wasikowska, Sarah Gadon e Olivia Williams. O filme se desenrola como um comentário sobre ambas, a civilização ocidental e da indústria do entretenimento, centrada em uma família arquetipicamente "famosa" com algumas complicações inusitadas e bizarras distorções. Robert Pattinson vai gastar mais tempo em uma limusine Cronenberguiana, enquanto o roteiro de Bruce Wagner contará com suas críticas de assinatura á Hollywood. ("Reality shows são o novo narcótico americano".)
Poderia ganhar a Palma de Ouro? Podemos adivinhar uma boa quantidade de contemplando o trailer do filme. O cinema mais recente de Cronenberg tem uma discursiva, niilista, distante, de toque talvez estéril, com A Dangerous Method (2011) e Cosmopolis que desde o início provoca divisões entre os críticos. Essa estética parece entrar em causa novamente em Maps To The Stars, e enquanto há mais para esses filmes que a distribuição preguiçosa deles é "tagarela", a constelação do júri de Jane Campion pode ver de forma diferente.








