terça-feira, 14 de julho de 2015

Prévia da entrevista + Video + Screencaps+ Look: Kristen na capa da edição Marie Claire US, em agosto de 2015 [Atualizado]



HQ
Outtakes 

 


Scans em LQ

 



Scans completo da entrevista

Look
Ela está vestindo um top cropped @Balmain outono 2015 no video
Na verdade, ela está usando Alexander McQueen FW15 à esquerda e à direita Chanel FW15.

prévia da entrevista 

É um anoitecer úmido no centro de Atlanta, e Kristen Stewart está localizada no Saltwood Charcuterie & Bar no The Loews Hotel, e suas pequenas pernas estão balançando livres enquanto ela fala sobre a prisão feminina. Não uma penitenciaria no estilo de Orange is the New Black – é mais um tipo de encarceramento psicológico e social que todas as mulheres sentem em vários pontos de suas vidas, quando esperam que sorriam, agradem, suportem, aceitem, sejam graciosas, tolerem, peçam desculpas, curvem-se, sejam felizes. Stewart, 25, sabe muito bem sobre a prisão feminina: como uma mulher pode ser punida por não seguir a linha, por não refletir o que a cultura considera que ela deve, por não ser “eu acredito que as palavras operativas sejam: acessível, fácil e sem complicações,” ela diz com rolando os olhos exageradamente.
Stewart, na cidade filmando o drama militar de Ang LeeBilly Lynn’s Long Halftime Walk, não é, e nunca vai ser, alguma dessas coisas. Ela passou ano sendo criticada por poses desconfortáveis no tapete vermelho, ou por não brilhar em talk-show, ou se atrever a ter desejos além dos que o público apontou para ela porque eles acreditaram que tinham o direito de moldar sua personalidade, já que ela era uma jovem menina em uma série de filmes baseados em livros best-sellers. Finalmente, ela decidiu abraçar os rótulos rebeldes jogados em seu caminho e dizer: “Foda-se isso tudo!”
“Eu ateei fogo no meu universo,” ela admite com um sorriso malicioso, “e eu observei ele queimar.”Stewart abaixa a cabeça, puxa a bainha de seu simples moletom preto. Abana para longe um mosquito. Puxa uma meia caída em seu tênis Converse. “Falando com franqueza,” ela diz, por fim, levantando seu queixo e bebendo um gole de sua vodca tônica, “foi um período muito traumático no começo dos meus 20 anos que começou algo em mim que foi mais,” ela pausa, e então encontra a palavra, “feroz.”
Sobre alcançar a paz com sua imagem pública: “Estou muito orgulhosa que eu sou capaz de seguir em frente e não cair em cada cratera mental. Isso é uma coisa nova para mim. A idade me fez mais inteligente e calma. E isso é incrível pra caralho.”
Sobre sua aparência e corte de cabelo: “Meu cabelo era uma “muleta”. Eu parecia “sexy”, não importa a situação. Eu podia me esconder atrás dele. Logo que eu não tive mais todo aquele cabelo, eu tive que deixar meu rosto aparecer mais. Eu me senti mais confiante do que já me senti em muito tempo. E foi muito bom. Talvez o cabelo longo seja mais bonito para a maioria das pessoas. Mas e então? O seu maior objetivo na vida é ser desejável? Isso é chato pra caralho.”
Sobre pedir desculpas: “Ultimamente, eu tenho feito menos do “eu sinto muito” e mais do “não. Foda-se. Jesus.”
Sobre o melhor conselho que ela já recebeu: “Patti Smith me disse para sempre tomar conta dos meus dentes e pulmões.”
Sobre seu sucesso em uma idade jovem: “Entre 15 e 20 anos, foi muito intenso. Eu estava constantemente ansiosa. Eu era meio louca por controle. E se eu não soubesse como alguma coisa ia terminar, eu ficava doente, ou me trancava ou me inibia de uma forma que era realmente debilitante.”

Via//Entrevista//Irmandade Robsten Legacy

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