sábado, 9 de agosto de 2014

Atualizado: Comentários de sites sobre 'The Rover'


Omelete

Muita gente vai se interessar por The Rover - A Caçada pela curiosidade de ver Robert Pattinson em um papel desafiador num filme adulto - oportunidade que o ator agarra com dedicação, como se pode ver na tela - mas tantos outros espectadores podem assistir ao filme do diretor David Michôd (Reino Animal) pelo prazer de ter Guy Pearce em outro faroeste australiano, quase dez anos depois de A Proposta (2005).

The Rover não é exatamente um faroeste, como também não era o longa de estreia de Michôd na ficção, Reino Animal (2010), que o tornou conhecido mundialmente. Ambos os filmes do diretor transitam, porém, pelos temas e por cenários desolados típicos dos westerns, em que homens fazem ou refazem o status das coisas, na ausência da lei. Depois de interpretar um detetive em Reino Animal, em The Rover Pearce também carrega consigo, agora como forma de penitência, a bandeira da ordem.
 
G1

Guy Pearce é homem que persegue ladrões que levaram seu carro.

Robert Pattinson interpreta bandido ferido e abandonado pelo irmão.

Em seu segundo longa, “The rover – A caçada”, o australiano David Michôd mostra que a força de seu filme de estreia, “Reino animal” (no Brasil lançado direto em DVD), não foi acidental.

Aqui, ele retrata um futuro distópico, não muito distante do nosso presente, num lugar devastado depois de um colapso econômico que nunca é explicado. Apesar das condições precárias e o calor infernal, é possível sobreviver: há alguns alimentos, combustível e dinheiro, embora o dólar americano seja preferido ao australiano.

Os sobreviventes estão em luta constante, sempre sujos e desesperados. Ainda há militares, que cuidam também da burocracia governamental. Nesse cenário inóspito, o carro de Eric (Guy Pearce) é roubado, dando início a uma perseguição.


RioShow

Num primeiro momento, “The rover — A caçada” remete vagamente a um filme da franquia Mad Max, por ser uma produção em estilo road movie filmada na Austrália e que envolve um carro e uma perseguição obsessiva, numa sociedade distópica e violenta pós-colapso econômico. Apesar de todas essas características já vistas, o longa dirigido por David Michôd tem personalidade própria, demonstrando que a soma de elementos previamente explorados, mesmo à exaustão, pode acarretar em algo original e bem diferente dos genéricos que vêm assolando as salas de cinema.

“The rover” (no original) é um suspense inteligente com verve reflexiva, numa combinação equilibrada de entretenimento com arte. Independentemente de gosto, é impossível ficar indiferente à forma como Michôd desenvolve a narrativa. Com roteiro do diretor, inspirado numa história escrita por ele e pelo ator Joel Edgerton, a trama acontece dez anos após uma crise da economia mundial. Um homem solitário (Guy Pearce, soberbo) persegue assaltantes que roubaram o único bem que lhe restava: seu carro. No percurso, ele captura o irmão (Robert Pattinson, em sua melhor interpretação), com deficiência mental, de um dos ladrões. A dupla acaba criando uma espécie de ligação fraterna durante a jornada.
 

JornalMetro

O diretor australiano David Michôd causou uma ótima impressão em Hollywood com seu filme de estreia, “Reino Animal”. É legítima, portanto, a curiosidade em relação a seu segundo longa, “The Rover – A Caçada”, que estreia nesta quinta-feira no Brasil.

A produção narra a história pós-apocalíptica de um homem (Guy Pearce) que
busca vingança da gangue responsável pelo roubo de seu carro. Para isso, ele usa o irmão de um dos membros do grupo (Robert Pattinson), deixado para trás após ser ferido. Juntos, eles tentam sobreviver enquanto desbravam a Austrália.
“Adoro esse tipo de filme, com pessoas encalhadas em uma paisagem totalmente inabitável. É algo ao mesmo tempo bonito – de uma forma épica – e assustador, porque você sabe que pode morrer se uma coisinha ou outra der errado”, diz o diretor.

Um filme com poucos personagens e poucas falas depende muito de boas atuações para manter sua força. Guy Pearce dá conta do recado com uma atuação contida e pontual, mas quem realmente chama a atenção é Robert Pattinson. O jovem ator tornou-se um ídolo teen com suas atuações em filmes adolescentes. Assim como Leonardo di Caprio e Brad Pitt no início de suas carreiras, teve sua atuação posta à prova, em detrimento de sua beleza. Estrelou um filme de David Cronenberg, em um papel que abusava da falta de expressão que os tempos de vampiro lhe deram como uma marca registrada. Mas em “The Rover” teve finalmente a chance de mostrar seu talento na atuação em um personagem bastante diferente do que estava acostumado. Pattinson poderia apenas ter uma atuação segura, mas foi além, e correndo o risco de ser caricatural, mostrou que é muito mais que um rostinho bonito, na melhor atuação de sua vida. Há inclusive uma cena que parece estar no filme como um presente do diretor para Pattinson, onde seu personagem ouve uma música e cantarola o refrão junto com o rádio: “Don’t hit me cause I’m beautiful”.

Robert Pattinson está de volta (na hora sangrenta) e se prepara para descobrir o seu lado mais sombrio em dois novos filmes independentes. O drama pós-apocalíptico deste mês The Rover vê a estrela de Crepúsculo incorporar um sobrevivente de raciocínio lento junto com Guy Pearce, enquanto na sátira de David Cronenberg ,Map To The Stars, ele faz um motorista de limusine Hollywood. 

É oficial: R-Pattz está finalmente redefinindo sua imagem. 

No caso de The Rover , significava viajar para a Austrália com temperaturas abrasadoras - não que isso o incomodasse.(...) Em seguida, Map To The Stars, ele se vê seduzindo a personagem da atriz Julianne Moore na parte de trás de um carro, algo que, ao que parece, ele não se sente confortável com tudo isso.  "Eu sempre acho cenas de sexo a coisa mais aleatória de ver em um filme", disse ele 'Dois atores fingindo fazer sexo! Por quê? É tão estúpido. "

Nós não estamos reclamando, R-Pattz. Nem um pouco.

A entrevista completa estará na edição de setembro da Marie Claire UK.

Heloisatolipan

[...] Contracenando com ele, Robert Pattinson interpreta o irmão abobalhado de um dos marginais, deixado para trás em um incidente com uma milícia e resgatado pelo anti-herói com o objetivo de ser o passaporte para recuperar seu carro. Nem é preciso citar que o aspecto frágil do galã – aqui enfeiado pelo visagismo a ponto de os fãs de “Crepúsculo” saírem horrorizados – é usado pelo cineasta ao limite como forma de estabelecer um vínculo emocional entre os dois personagens principais. A ideia é essa: revelar como que, na solidão e na dureza de um ambiente inóspito, os vínculos afetivos podem surgir de onde menos se espera.

Via || Adaptação Irmandade Robsten Legacy Visite nossa Galeria

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