Boooa Noite Galera.
Mais uma parte da nossa história.
Esse capitulo ficou gigante e agora está totalmente completo.
A música de hoje é em homenagem ao nosso Cowboy Jasper que fará uma aparição bem apropriada na segunda parte. Amo essa música, ela é tão sexy.
Tenho certeza que o nosso EddieBoy como diria Emmett, quer fazer coisas realmente ruins para Bella. rsrsrs
Tenham uma ótima diversão.
Pessoal, o capítulo 29 será postado na quarta feira sem falta.
Explico lá embaixo.
Pessoal, o capítulo 29 será postado na quarta feira sem falta.
Explico lá embaixo.
Dark Queen
28
Fazendo
Parte da Família
***
Bad Things / Coisas Rins
I wanna
do bad things with you. / Eu quero
fazer coisas ruins com você
When you came in the air went out. / Quando
você entrou o ar foi embora
And every shadow filled up with doubt. / E toda
sombra se encheu de dúvida
I don't
know who you think you are, / Eu não
sei quem você pensa que é
But before the night is through, / Mas
antes que a noite acabe,
I wanna
do bad things with you. / Eu quero
fazer coisas ruins com você.
I'm the
kind to sit up in his room. / Eu sou
do tipo que fica acordado a noite inteira em seu quarto
Heart sick an' eyes filled up with blue. / Coração
doente e olhos cheios de tristeza.
I don't
know what you've done to me, / Eu não
sei o que você fez comigo,
But I
know this much is true: / Mas eu
sei que esse tanto é verdade:
I wanna
do bad things with you. / Eu quero
fazer coisas ruins com você.
When you came in the air went out. / Quando
você entrou o ar foi embora
And all those shadows there are filled up with doubt.
/ E todas aquelas sombras ali se encheram com dúvidas
I don't know who you think you are, / Eu não
sei quem você pensa que é
But before the night is through, / Mas
antes que a noite acabe
I wanna
do bad things with you. / Eu quero
fazer coisas ruins com você.
I wanna
do real bad things with you. / Eu quero
fazer coisas realmente ruins com você
Ow, ooh. / Ow, ooh.
I don't
know what you've done to me, / Eu não
sei o que você fez comigo,
But I
know this much is true: / Mas eu
sei que esse tanto é verdade:
I wanna
do bad things with you. / Eu quero
fazer coisas ruins com você.
I wanna
do real bad things with you. / Eu quero
fazer coisas realmente ruins com você.
Jace Everett
***
Bella
POV
O dia já ai alto quando
resolvemos subir e tomar um banho.
“Nós temos que ir mesmo?” Enlacei
seu pescoço acariciando os cabelos suaves da nuca, a posição fez meus seios se elevarem sendo
visíveis sobre as bolhas perfumadas da enorme banheira redonda em que estávamos sentados. O gemido sexy de Edward me fez rir. Seus dedos apertaram meus mamilos
os fazendo endurecer.
“Acho que não.” Ele me puxou mais
apertado me virando e me fazendo enfrentá-lo. Ele estava duro novamente sob meu
centro pulsante.
“Desse jeito nos nunca vamos
sair da banheira.” Cantarolei ainda rindo entre gemidos enquanto ele beijava
meu pescoço.
“Alice vai nos matar se não
descermos.” Minhas palavras cortadas pelos movimentos.
“Eu sei.” Ele lamentou. “Era
suposto estarmos em lua de mel não? Confinados por pelo menos dez anos. Sem sermos
incomodados.” Edward segurou minha cintura mais apertado e aumentou o ritmo.
“Você está perto amor?” A respiração rápida. “Diga que está... Eu não vou
segurar muito tempo.”
Eu estava em outro mundo.
Sentindo nossa conexão intensa. “Sim... Sim... sim... Oh Edward, tão bom.”
Senti seus dentes em meu
ombro arrastando através de minha clavícula, seus longos e habilidosos dedos
entre nós brincando com meu clitóris como se eu fosse um piano onde ele pudesse
extrair a mais bela melodia. Acelerei ainda mais o movimento. Nossos gemidos e
rosnados enchendo o ar enquanto chegávamos juntos ao ápice do prazer.
Deitei minha testa em seu
ombro e ele beijou meus cabelos. “É uma vergonha ter demorado tanto tempo para
desfrutarmos disso. Quero ficar sim com você pra sempre minha linda.”Ele acariciava minhas costas gentilmente enquanto a alta passava.
Concordei sentindo seu cheiro
misturado a sabonete e shampoo. Embora eu também quisesse o mesmo, nossa
família nos aguardava.
Levantei-me num movimento
fluido após alguns minutos o trazendo comigo espalhando mais água ao redor. “Venha
baby. Vamos nos trocar. Se continuarmos nus nunca sairemos daqui.” Sua
gargalhada reverberou pelas paredes.
“A quantidade de roupas envolvida
realmente não importa quando você está incluída no pacote amor.” Disse dando
uma palmada ruidosa no meu traseiro.
“Hei?!!!,” Reclamei
esfregando o lugar de brincadeira. “Cuidado Sr. Cullen. O fato de eu ser
inquebrável não quer dizer que você não tenha que cuidar do material. Eu posso
chutar sua bunda agora.
“Eu adoraria que você
chutasse minha bunda se você a beijasse depois.” Seu tom era sexy, seus olhos
encapuzados e famintos.
“Oh meu Deus Edward. Se você
continuar me olhando assim nós não vamos nem sair do quarto.” Corri para o
closet e fechei a porta. Ele era irresistível. Eu não conseguia parar de
sorrir.
Havia roupas e mais roupas
enfileiradas em cabides e dobradas em uma cômoda enorme. Lindos calçados de
todos os tipos perfeitamente arrumados em prateleiras. Alice deve ter se
divertido muito aqui.
Escolhi um vestido de malha
de lã colado ao corpo cinza mesclado, mangas longas apenas para fingir fugir do
frio, o tecido era confortável e macio em minha pele. Coloquei legs pretas por
baixo e uma bota que para a alegria maior de Alice tinha saltos.
Soltei os cabelos e os
ajeitei com os dedos. Tão fácil ser bonita quando se é um vampiro. Era um
alívio não me preocupar em cair por causa dos saltos ou se a roupa ficaria bem.
Menos tempo perdido.
Edward me aguardava deitado
despreocupadamente na cama com um braço debaixo da cabeça e o celular em na outra
mão. Jeans escuros e uma camisa de malha preta de gola v colada ao corpo.
Totalmente comestível. Um sorriso manhoso se estendeu por seus lábios.
“Apreciando a vista Srta.
Swan?” Ele debochou da maneira muito óbvia que eu o comia com os olhos.
“Muito Sr. Cullen.” E em um
segundo eu estava contra a parede com sua boca na minha.
“Eu também,” ele falou entre
beijos. “Você está maravilhosa além de muito gostosa.” Suas mãos apertaram
minha bunda me colando ainda mais a ele se é que isso era possível. E então ele
me soltou.
“Alice já mandou milhares de
mensagens.” Ele revirou os olhos. “Ela deu o prazo de duas horas para estarmos
lá ou não vai falar com nós dois por um ano.”
“Porque comigo também não? É
você que está me impedindo de ir.” Fiz beicinho e ele o beijou.
“Claro que é.” Edward me
puxou escada abaixo. “Não vou te impedir mais.” Disse entrando na garagem em
anexo ao chalé.
“De onde veio o carro?”
“Jasper trouxe antes de você
despertar. Um Lexus ES 350, edição limitada. Lindo, mas não é meu. Estou apenas testando.” Ele
abriu a porta para que eu entrasse. “Melhor que correr até o pé da montanha,
não quero sujar nem molhar seu lindo vestido.” Seu sorriso era sincero.
“Testando?”
“Sim, se gostar talvez o compre. Tenho saudades do meu Volvo, queria não ter sido burro o bastante para
destruí-lo, ele era tão bom.” O pesar evidente em sua voz.
Acariciei sua coxa enquanto
ele manobrava o carro e disparava montanha abaixo. Realmente o carro era incrível, acho que o gosto pela velocidade era mesmo parte da psiquê Vampírica. Nesse ritmo alucinado chegaríamos a
tempo de satisfazer Alice.
O0 ~ 0O
A pequena estava de braços
cruzados e batia o pé nos aguardando sair do carro. “Um minuto mais e vocês se
veriam comigo.” Ela nos beijou a ambos e saiu porta adentro. “Gostei da roupa,
pelo menos seu senso de moda melhorou.” Ouvi ao longe.
De mãos dadas fomos recebidos
por Carlisle e Esme. Edward gemeu ouvindo os pensamentos de ambos. Minha
vontade de estender o escudo foi imensa, eu queria saber o que o fez infeliz.
Arqueie uma sobrancelha em direção a ele.
“Alice.” Foi a resposta.
“Vá sem reclamar
Edward.” Esme ralhou. “Os meninos precisam de ajuda com a decoração.”
“Ela exagerou não é?”
Afirmei.
“Sempre.” Edward deu de
ombros me beijando e indo para os fundos.
“Venha Bella, queremos te
mostrar a sala da família.” Carlisle colocou o braço por sobre o meu ombro me
levando para o terceiro andar.
Ao lado no final do corredor
em que eu e Edward tínhamos quartos havia uma porta. Eu sempre supus que era
outro quarto de hóspedes e para minha surpresa uma enorme sala, muito bem
decorada estava lá. Sofás, tapetes, e mesas, nada incomum, se não fosse pelas
particularidades ao fundo, tecnologia de última geração, um monitor de
cinquenta polegadas onde segundo Carlisle a família se reunia para falar comigo
enquanto eu estava no Havaí.
CPU’s, scanners e impressoras modernas, um pequenos estúdio fotográfico em um canto, mesas de
desenho super bem equipadas, estantes com centenas de livros. Em cada canto que eu olhava um novo
ambiente se abria.
Esme e Carlisle me observavam atentamente. “É aqui onde trabalhamos.” Carlisle disse. Cada um
possui o seu espaço. Balancei a cabeça
afirmativamente, mas ainda não entendia.
“O espaço onde Jasper
escreve.” Esme apontou. Pude ver na parede ao fundo da mesa antiga e muito bem
organizada, o mapa que eu tinha enviado de presente para ele. Isso me fez
sorrir.
“As mesas de desenho
pertencem a Emmett e Esme. Rosali e Alice preferem trabalhar nos computadores.”
Ele se dirigiu para duas portas ao fundo que eu não tinha notado.
“Aqui.” ele abriu uma porta. “É
o estúdio de gravação de Edward.” Uma pequena sala perfeitamente acolchoada com
vários instrumentos musicais, bateria, violões, teclados, saxofone, baixos, guitarras antigas penduradas nas paredes, até um violoncelo. Uma mesa de som e mixagem ultra modernas. Uau.
“E aqui,” ele abriu a outra
porta, “Meu laboratório.” Parecia que eu tinha sido transportada para dentro de
um hospital. Microscópios, centrífugas, aparelhos que eu nunca vi que pareciam ter
custado uma fortuna. Tudo metálico ou em um branco imaculado.
“Nossa.” Eu os olhei
encabulada. "Isso é incrível. Vocês trabalham aqui? Todos juntos?" A curiosidade levando o melhor de mim.
"Sim" Esme concordou, "na maioria das vezes."
"Sim" Esme concordou, "na maioria das vezes."
Voltamos e nos sentamos no sofá no centro do salão. Carlisle foi em
direção a um enorme armário antigo de madeira escura maciça. Retirando um molho
de chaves do bolso ele o abriu revelando livros, pastas e o que parecia um
arquivo suspenso.
Ele pegou as pastas muito grossas e coloridas
e as colocou ao meu lado. “Esses são os nossos dossiês, cada Cullen tem um.
Nestas pastas são armazenadas informações sobre nós, documentos originais,
dados familiares, posses, tudo que é relevante sobre nós individualmente. Como uma
Cullen, eu quero que você nos conheça.” Carlisle parecia emocionado ao
partilhar os segredos da família comigo e eu em ser recebida tão calorosamente.
Eram oito pastas, todas em
pares e em tons degradê, uma azul escura e uma azul clara, uma verde clara e
outra escura, uma vermelha e outra laranja, uma marrom e outra bege.
Vamos deixar você sozinha
para pesquisar. Antes, ele se levantou. “Venha comigo.” Uma das imensas
estantes foi empurrada para o lado e atrás uma estreita porta de aço oculta.
“Nosso cofre.” Solenemente
ele me informou a combinação de vinte números e letras, “Com sua memoria
perfeita, sei que não terá necessidade de anotá-la.” Ele brincou. Abrindo a
porta uma luz difusa se acendeu.
Era uma sala pequena, por
volta de dois metros por dois. As paredes também eram revestidas de aço. “A
prova de Incêndios.” Esme que estava atrás de mim explicou. “Perdemos alguns
quadros valiosos a uns trinta anos em Minnesota.”
Aproximei-me para olhar,
prateleiras de jóias dignas de um reino, mais de uma dúzia de quadros de
pintores famosos, Chagall, Picasso,
Monet, Renoir, obras inestimáveis e artistas inestimáveis.
Em outra prateleira, dinheiro, pilhas e pilhas de dinheiro de
várias nacionalidades, Dólares, Euros, Pesos, Ienes, moedas que eu nunca vi,
barras de ouros e algumas caixinhas com centenas de diamantes e pedras
preciosas dentro. Instintivamente toquei minhas orelhas onde os brincos que
ganhei de Jasper e Alice estavam.
“Sim,” Carlisle respondeu. “Essas pedras saíram de nossa coleção.”
Seu sorriso era orgulhoso.
“Isso é...” Eu estava sem palavras. Chocada seria um eufemismo. “Demais,
no sentido de exagero quero dizer.”
“Sei que para você, ver tudo reunido de uma só vez é assombroso,
mas não foi assim. Tudo isso foi coletado através dos anos, A maioria das artes
foram compradas por uma ninharia. Os artista ainda estavam vivos ou nem eram
famosos. Picasso por exemplo era amigo de Edward e essa pintura foi um presente
em 1940.
Passamos algum tempo dentro da arca do tesouro como eu apelidei o
cofre. Esme contou-me as histórias por trás de cada joia, de cada pintura. Era
interessante de ver que apesar de tamanha riqueza eles eram pessoas simples.
Voltamos para a sala e o
cofre foi lacrado novamente e a estante colocada no lugar, um humano jamais
conseguiria mover aquele móvel.
“Aqui,” Carlisle chamou minha
atenção, próximo ao Studio de música havia um ambiente muito bem decorado,
porém simples. Um pequeno escritório bonito e funcional, próximo a uma das
muitas janelas do espaço. Era claro e arejado, com estantes repletas de livros
sobre diversos assuntos como economia global, politica e meio ambiente. Títulos
a respeito de comunicação e jornalismo também faziam parte do acervo. “Sua
mesa.”
“Se você não gosta, nós
podemos mudar.” Esme se apressou em dizer. “Claro que você pode escrever no seu
quarto, mas quando tiver vontade de estar junto conosco, você tem seu canto.”
Eu a abracei forte e ela
ofegou. “Desculpe, ainda tenho que me acostumar com a força.” Ela sorriu e
afagou meus cabelos. “Tudo bem querida, não se preocupe. Vamos deixar você para
que olhe com calma os documentos. Assim que terminar desça. Alice preparou uma
linda festa de boas vindas.”
“Obrigada, a vocês dois, é
lindo. E eu adorei, tudo, tudo mesmo.” Seria grande trabalhar enquanto Jasper e
Alice estivessem na sala. Até com Emmett seria divertido.
Peguei as pastas que estavam
no sofá e as levei para minha mesa. Comecei pela verde escura.
Em letra impressa na parte
debaixo da pasta o nome completo de Jasper.
Abri e uma gama de documentos
apareceu.
Uma breve biografia. Data de
nascimento, data da transformação, nome dos pais verdadeiros, irmãos,
descendentes. Eles mantinham a documentação de todos os parentes diretos que
descendiam dos irmãos de Jasper. O último era um bebê de apenas dois anos,
sobrinho/tataraneto dele. Uma pequena foto da criança estava anexada à certidão
de nascimento. Caleb Roan Whitlock. Assim como a foto de todos os demais
parentes.
Diplomas, dezenas de diplomas
e certificados de ensino. Várias graduações, pós-graduações e doutorados. Uau.
Não é a toa que ele era um grande terapeuta. Além dos diplomas de filosofia e
História.
Anexado aos diplomas. Várias
publicações de livros didáticos dessas matérias. Todas assinadas por ele, mas
com vários pseudônimos diferentes. Livros escritos por Jasper.
Reconheci inclusive alguns
que usei na faculdade. Grande!
Escrituras de imóveis e
certificados de empresas também faziam parte do pacote. A família Whitlock era
a feliz proprietária de refinarias de petróleo em Houston no Texas e fazendas
de gado e um Haras no sul dos Estados unidos.
A próxima pasta, verde mais
clara era de Alice. Que fofo, eles combinaram as cores.
Mary Alice Brandon – nascida em
Bilox, Mississippi.
Diplomas de várias faculdades
de Design de moda, Comércio exterior.
A parte de descendentes era
pequena, apenas uma sobrinha neta que ainda vivia em Bilox com o filho pequeno e
o marido. Administravam uma confecção de roupas que começou a prosperar coincidentemente
quando um jovem estilista francês Perrine
Bruyère confiou toda a sua coleção de roupas finas a eles. Ele queria
investir no mercado americano. Sei.
A documentação do referido
estilista estava toda em nome de Alice. O Ateliê em Paris empregava trinta e
oito pessoas, além dos terceirizados. Vários croquis de vestidos maravilhosos
estavam anexados juntamente com os dados da confecção de Bilox. Alice, uma designer de moda. Não éw a toa que ela é fissurada em moda.
A pasta vermelha era de
Emmett,
Emmett McCarty – Gatlingurg,
Tennessee.
A quantidade de descendentes
dos McCarty era assustadora, dezenas sobrinhos netos e bisnetos. Todos no ramo
da pecuária e comercio.
Além dos diplomas de segundo grau, não havia diplomas de cursos de nível superior. Emmett preguiçoso.
Em vários pseudônimos,
escritórios de engenharia de Emmett. Construtoras relativamente pequenas mas com grandes projetos. Ele constroi casas e prédios? Rá, essa é muito boa.
Esboços de vários projetos
estavam xerocados e anexados a alvarás de construção por todo o país. Isso deve
gerar uma fortuna. O projeto mais atual era da recuperação de uma área de baixa
renda abandonada. Olhei em direção a uma das mesas de projetistas do outro lado
da sala, uma pequena maquete de um complexo residencial com um parque. Ele
recuperava áreas degradadas com projetos de Casas bio-ecológicas. Quão bonito é isso?Os humanos destroem e o vampiro conserta.
Pasta laranja – Fiz uma
careta, íamos ter que aprender a conviver uma com a outra, agora ela era minha
irmã.
Rosalie Lillian Hale – Rochester, Nova York.
Poucos descendentes, mas
muito abastados, banqueiros renomados de wall street. Bem a cara dela.
Diplomas de Astrofísica. Nerd, e medicina. Vários de engenharia,
automotiva e elétrica.
Uma pequena pasta me chamou a
atenção. Vermelha com o simbolo de um cavalo. Dentro, vários esboços de peças
de carros e modelos que eu nunca vi.
Ações de propriedade, muitas.
Puta merda! Rosalie era uma das donas
de uma das maiores montadoras automobilísticas do mundo? E desenhava as peças para seus carros? Coloquei tudo no lugar e fui
para a próxima pasta bege. Estava meio tonta com tanta informação.
A pasta bege era de Esme,
Esme Anne Platt – Columbus,
Ohio
Arquiteta. Ela deve ajudar Emmett em seus projetos. Fotógrafa.
O mais bonito era a quantidade
de instituições de caridade que Esme comandava. Orfanatos, casas de repouso
para idosos, Além de duas grandes fundações que arrecadavam fundos para matar a fome
e remédios nos países de terceiro mundo. Eles também construiam escolas e hospitais
em regiões devastadas pelas guerras. A Fundação Anne Platt era a mais ativa.
Esse nome não me era estranho.
Na pasta marrom,
Carlisle Cullen – Londres, Inglaterra.
Sorri para o bom médico
Inglês, seu sotaque ainda podia ser percebido quando ele estava nervoso ou
emocionado.
Sem descendentes.
Se Edward tinha mais de uma
dezena de graduações, Carlisle chegava a quase uma centena, artes, música, bioquímica medicina... Dezenas de diplomas e licenças médicas de vários países da Europa e Estados Unidos. As mais conceituadas universidades do mundo.
Incrível.
Um envelope com uma listagem
extensa com o nome de vários Hospitais, clínicas e laboratórios por onde ele
trabalhou com nomes variados. Destes, ele possuía doze hospitais, incluindo o
de Forks. Vinte e duas clínicas espalhadas por todo o país onde se atende
pacientes de baixa renda. Além de cinco laboratórios onde são realizadas
pesquisas para a cura da AIDS e do câncer. Tudo financiado pela C.E.E Inc.
Eu estava pra lá de
atordoada. Nas próximas pastas eu já suspeitava pela variação de cor...
Edward Anthony Masen – Chicago Illinois.
Dezenas de diplomas de
graduação em diversas áreas, a música e a medicina sendo as mais recorrentes.
Matemática? Nerd também. Meu Edward
um médico.
Sem descendentes diretos,
apenas alguns primos distantes. Triste, a gripe levou toda a família.
A escritura do imóvel da casa
onde ele nasceu em Chicago.
Algumas partituras me
chamaram a atenção. Eram centenas, décadas de músicas compostas. Títulos me
chamaram a atenção também. Músicas famosas, gravadas por cantores famosos, todas
compostas por Edward, ele nunca levou nenhum crédito. A maioria das composições
datava das décadas de 50, 60 e um pouco em 70. Ele deve receber milhares de
dólares apenas pelos Royalties (Direitos autorais). Ele compôs para gente
mundialmente famosa. Inclusive para os rapazes de Liverpool. Bandas europeias, além dos clássicos. Meu homem talentoso e modesto.
Peguei a última pasta, com
certeza minha. Par da de Edward, azul clara.
Isabella Marie Swan – Forks, Washington.
Minha certidão de
nascimentos, seguro social, documentação de meus pais, fotos dos meus parentes
diretos, minha irmã. Abri um largo sorriso, Megan estava linda, tão parecida com Renee mas com os olhos verdes de Phil.
Nos documentos seguintes meu
sorriso caiu um pouco. Um fundo de aposentadoria em nome de Charlie, no valor
de novecentos mil dólares. Uma apólice se seguro em nome de Renee e minha
pequena irmã no valor de dois milhões de dólares. Eu estava sem fala.
Como? Como eles iam força-los a aceitar?
Continuei a remecher nos
documentos. Meu diploma de graduação...
Uma escritura de uma casa em
meu nome? Como? A casa em Honolulu. Minha assinatura, eu tinha uma casa no Havaí e assinei por ela... Quando? Tudo era confuso e eu estava começando a
ferver de raiva.
Os direitos de circulação do The Columbian Papers, O jornal em que eu trabalhava estava em meu nome. MEU
NOME, PORRA. Eles compraram o jornal? Eu estaria hiperventilando se pudesse.
Como eles se atrevem.
A gota d'água foram os papeis das
minhas bolsas de estudo. Tanto a graduação quanto a pós-graduação. Todas
financiadas pela Fundação Anne Platt. Tudo pago pelos Cullen.
Eu iria matá-los, como eu fui
estúpida. Esse tempo todo e eu achando que tinha conseguido pelo meu próprio mérito. Que eu era boa o suficiente para conquistar o direito de vencer por mim
mesma. Meu esforço.
Eu estava vendo vermelho, eu
queria explicações... E queria agora.
“Edward Anthony Cullen.” Falei entredentes. “Venha
aqui me explicar o que significa isso?”
Em apenas meio segundo
Carlisle e Jasper estavam na sala.
“POR QUÊ?” Eu atirei a minha
pasta na direção deles. Carlisle a pegou sem esforço.
“Acalme-se Bella.” Jasper tinha
uma expressão compassiva no rosto de estrela de cinema.
“Se quer continuar com seus
braços guarde seu poder pra quem precisa dele.” Falei exasperada. “Eu não quero
me acalmar, eu quero respostas.” Meu corpo tremia e meu escudo externo ondulava
descontrolado a minha volta, uma massa gelatinosa, vermelho brilhante e
transparente. O Escudo interno agora cobria não só meu cérebro, mas todo meu
corpo. Eu sabia então que Jasper não poderia me tocar com seu dom mesmo que
tentasse.
“Filha,” Carlisle se
aproximou um pouco com as mãos estendidas como quem se rende. “Nós não
queriamos te afligir.”
“Como vocês pretendem empurrar
praticamente três milhões de dólares em minha familia, COMO?” Eu precisava me
acalmar, meu temperamento recém-nascido estava levando a melhor em mim.
Carlisle parecia falar com um
animal acuado e raivoso, o que me deixou mais irritada. Rosnei o fazendo
recuar.
“Renee tem o hábito de jogar
na loteria mensalmente como você sabe. O seu fundo será entregue dessa forma.”
Ele suspirou. “Já Charlie é um pouco mais complicado. Ele terá uma apólice de
aposentadoria vindo do departamento do Estado. Ele é jovem, mas está na força
policial a muitos anos. Se aposentará cedo. O dinheiro estará disponível para
ele então.”
“Por que tudo isso?”
“Por que nós cuidamos dos
nossos.” Jasper pontuou. “Como você viu, nossas familias humanas não ficaram
desamparadas.”
“Começamos esse ritual com
Emmett.” Carlisle disse humilde. “Ele era o mais velho de uma familia de oito irmãos
menores. Ele era o único trabalhador além de seu pai. Após acordar, mesmo com
as memórias difusas ele se lembrou de que sua familia humana precisava de sua
ajuda. Então iniciamos o processo. Isso não é caridade Bella, só estávamos
restituindo a sua familia o que certamente eles teriam se você ainda estivesse
no meio deles.”
Eu estava confusa e com
raiva, mas pela lógica fazia sentido. Não tanto dinheiro, porém, sei que jamais
deixaria minha mãe ou pai desamparados também.
“Ok.” Aceitei o argumento. “E
o jornal, vocês compraram o jornal. É por isso que John foi até o Havaí me
oferecer o emprego não é?” Meus sentimentos de inadequação estavam tomando
conta. Passei anos na faculdade dando duro. Eu vivi para minha formação e agora
acho que nunca fui boa o bastante, provavelmente eles compraram meus professores
para que eles me passassem também.
“Nada mudou no jornal. Para
todos os efeitos John ainda é o dono. Os papeis nem foram assinados por
você. Se você olhar as datas...” Carlisle abriu minha pasta retirando alguns papeis.
“Veja, foi fechado anteontem, você estava em transformação.” Ele me empurrou um
maço de folhas do contrato. Eu não conseguia focar minha atenção nisso. Estava
muito exaltada para me concentrar. Empurrei as folhas as espalhado-as pelo chão.
Jasper pacientemente as recolheu.
“Bella seja rasoável.” Ele
advertiu colocando seu dom em prática. A calma invadiu o ar ao meu redor sem me
tocar e eu rugi. Ataquei Jasper com todas as minhas forças.
“Eu não quero ser razoável,
nem ter calma Jasper. Avisei para não usar o seu dom em mim.” Ele como experiente
que era me segurou, imobilizando-me por trás. Não me machucou, mas eu lutava
para me soltar. No fundo da minha mente eu não entendia minha reação exagerada,
porém não conseguia me conter. Chutava, esperneava e urava como um animal
enjaulado. Meu escudo externo o cobriu e ele foi atacado pelas emoções presas
conosco dentro do mesmo. Seu olhar era atordoado.
“PARE COM ISSO!” O grito
atrás de nós me tirou do prumo.
“Pare Bella.” Edward disse
mais suavemente dessa vez. “Você quer ficar brava com alguém por tentar cuidar
de você fique brava comigo. Não com eles.” Ele se aproximou sem nenhuma
cautela.
“Solte-a Jaz.” Jasper me
apertou mais forte.
“Não acho que seja uma boa
idéia irmão. Ela está...”
“Pode me soltar Jasper, eu
não vou mordê-lo,” eu disse zombando cortando sua fala. “Não muito.” Ninguém
riu da piada. Jasper me soltou, mas continuou perto. Minha raiva estava ainda
fervilhando mais não a ponto de me descontrolar e atacar Edward.
“Porque você insiste em achar
que eu preciso ser protegida?” Eu gritei “Eu passei quatro anos sozinha no
Havaí pensando que estava lutando minhas próprias batalhas lá. Pensei que tudo
que eu conquistei foi por mérito meu, mas tudo não passou de uma ilusão. Não é?
Você comprou meus professores também?”
“Bella, você tão está pensando
direito. É claro que não comprei professor nenhum. Isso,” Ele apontou meus
diplomas em cima da mesa. “Foi você quem conquistou. Eu posso ter dado uma ajuda
no quesito material, mas no intelectual eu jamais conseguiria intervir. Você
conquistou tudo sozinha.” Edward andava de um lado para o outro e apertava a
ponte do nariz com o polegar e o indicador. “Quando você foi embora, eu me
desesperei. Milhões de cenários horríveis passaram pela minha cabeça naquele
dia. Cenas onde você poderia morrer, se machucar, sei lá, precisar de alguma
coisa que eu não estava mais disponível para dar. Será que você não entende
o quanto é importante pra mim que você esteja feliz e bem?”
Eu assistia seu ir e vir com cinismo estampado no rosto. “Eu deixei claro tantas vezes que não queria sua ajuda, sua riqueza.
Porque você insiste em esfregar que você pode mais na minha cara? Se queria me
proteger tanto assim, porque não foi atrás de mim então. Eu passei quatro anos
de merda no Havaí imaginando onde você poderia estar enquanto você se divertia
por ai com aquela mulher.”
“BASTA. Chega Bella.” O tom
de Edward pela primeira vez na vida era duro comigo e isso me fez parar em
minhas trilhas.
“Como é que é? Você está com
raiva de mim agora?” Falei incrédula. Carlisle e Jasper deixaram a sala discretamente
vendo que a briga rumava para outra direção.
“Você acha que realmente eu
estava me divertindo nos últimos quatro anos? Pense. Você é tão inteligente,
mas às vezes me surpreende pela estupidez.” Ele agora parecia realmente com puto.
“Você está me perguntando por
que eu não fui atrás de você não é? Pois eu te digo. Olhe um pouco pra dentro
de você agora, como vampira. O que você sente? Qual a intensidade de suas
emoções depois de transformada. Olhe para suas mãos, todo o poder de destruição
que elas possuem. Você acha que era fácil pra mim? Ver você me desejando e não
poder te demonstrar o quanto eu te queria, te tocar, te cheirar? A cada dia que
eu voltava pra casa e te deixava viva era uma vitória. Eu tinha medo de te
matar a cada segundo. Acha que era fácil pra eu saber que com apenas um
descuido eu poderia quebrar sua espinha, seu pescoço, arrancar seu braço. Agora
que você é uma de nós, imagine nossa história ao contrário.E se eu fosse humano?”
Ele tinha um ponto.
Seguindo de acordo com tudo
que Edward disse, eu vejo o quanto deve ter sido impossível estar comigo.
Só de
lembrar o cheiro daqueles humanos lá na montanha, eu sentia um frenesi interior e minha garganta entrava em combustão.
Imagina para Edward me tocar, ficar intimamente comigo. Se ele fosse humano eu
não sei se teria sua força de vontade e controle. Ele estava certo, mas isso
não justifica ele me empurrar sua riqueza goela abaixo.
“Eu realmente pensava que
você estaria melhor sem mim. Foi por isso que te deixei ir. Mesmo que isso me
matou a cada segundo dos últimos quatro anos.” Ele parecia amargo. Foi até a
janela e fitou o horizonte onde o sol se punha.
“Sei que você me disse que o
contrário de amor é medo. Mas veja baby, eu não tinha medo, eu tinha pavor de
te ferir. Fiz um monte de besteira por causa disso e terei a eternidade para me
arrepender por todas elas. Mas uma das coisas de que nunca me arrependerei foi
de cuidar de você do único modo que eu podia a distância e providenciar para que você não
tivesse que se preocupar com coisas fúteis como o dinheiro do almoço para o dia seguinte.
Quando se vive para sempre, dinheiro é um mero detalhe.” Edward se virou e me
encarou, seus olhos agora negros escurecidos pela raiva que brilhava alí.
“Olhe aonde você chegou. Seu
foco apesar de tudo foi em vencer cada batalha que surgia a sua frente, se hoje
você se formou com honras e antes do previsto foi por não ter que se preocupar
se seu pai estava gastando o dinheiro da aposentadoria dele com sua educação.
Você foi a melhor aluna de graduação e pós-graduação apenas por conseguir se
focar sem distrações. Sei que está frustrada pela minha interferência, mas eu
sinto muito, não pedirei desculpas por isso.”
Ele saiu da sala me deixando
atordoada. Como foi que ele virou essa discussão a seu favor? Eu estava zangada
e ao mesmo tempo pensando que era uma merda que ele estivesse bravo comigo. Fui
até a mesa e peguei os documentos sobre a aquisição do jornal. Realmente
Carlisle tinha razão. Datavam de anteontem e ainda faltava minha assinatura.
Funguei chateada.
“Sabe,” A voz de Alice me
pegou desprevenida. “Sempre adquirimos nosso primeiro negócio. Não foi intenção
deles magoar você. Era um presente.” Eu fiquei mais aborrecida ainda com essa
declaração.
“Não é como se pudéssemos
trabalhar normalmente como qualquer humano pode, precisamos de certa autonomia.
Ou você acha que Susan entenderia se você explicasse que terá que faltar por
que o sol está brilhando lá fora.” Ela sorria docemente pra mim. Fazia sentido.
“Você acha que ainda tem
clima para festa?” Seu biquinho era adorável.
“Dê-me apenas alguns minutos,
já vou descer.” Alice deu um sorriso encorajador e me abraçou rapidamente.
“Claro.” Ela fez uma pausa na
porta me olhando. “Não se ofenda Bella, mas Edward te ama, todos nós amamos e o
que é nosso é seu também. Até minha coleção nova de bolsas Prada.” Rimos
juntas.
“Ok. Obrigada.” Ela desceu me
deixando sozinha. Eu teria que aprender a viver com isso. Riquezas,
descontrole, escudos e força descomunal. Fui até um espelho de corpo inteiro ao
lado do pequeno estúdio de fotografia e ajeitei minhas roupas e cabelos.
Respirei fundo apenas por hábito. Vamos a festa, quero pelo menos tentar me
divertir e fazer as pazes com meu namorado.
Ao chegar aos fundos da casa
fiquei encantada, Alice e Esme sabiam mesmo como dar uma festa. Luminárias
japonesas brancas estavam espalhadas por todo o espaço rivalizando com pequenas
lâmpadas que davam ao ambiente uma luminosidade suave. Canhões de luz negra e
spots pulsantes estavam estrategicamente colocados em direção a pista de dança
improvisada no canto, um deque redondo de madeira para se dançar... Vários
vasos enormes com flores silvestres, tulipas de vários tons delicados
conferindo um cheiro agradável sem ser exagerado no ar. Ao fundo, eu podia ver
madeiras empilhadas para se fazer uma foqueira.
“Ei MiniMac. Mais calma?”
Emmett carregava uma mesa de som para DJ que tinha visto lá em cima mais cedo
na studio de música de Edward. Equilibrando precariamente por cima, uma caixa
com dezenas de discos de vinil. Tomei a caixa e o acompanhei até ao lado da
pista de dança.
“Sim, se você estivesse lá,
aposto que eu teria te dado uma surra.” Eu ri e ele fez cara de desprezo.
“Nunca maninha. Você não chegaria nem perto.” Pela lateral de minha vista ví
Edward chegar e depositar uma pilha de lenha próxima às outras e arrumá-las
para a foqueira. Quando me viu olhando ele se virou de costas. Ainda estava
bravo. Droga.
“Não se preocupe, ele vai vir
ao redor eventualmente.” Emmett deu uma risadinha. “Tão dramático." ele disse
baixinho.
Emmett ligou a mesa a algumas caixas e iniciou
o som. Peguei os discos e examinei, clássicos e atuais se misturando, mas uma
seleção de muito bom gosto. Bandas de rock e e pop rock britânicos e americas em
sua maioria. Grandes escolhas.
“Hoje estou por conta do som.
Seu sorriso era cheio de dentes.”
“Onde estão todos?” Perguntei
olhando ao redor. Eu queria me desculpar com Carlisle e Jasper.
“Esme e Carlisle estão
recebendo os convidados e o resto se preparando, sei lá?” Emmett colocou alguns
CDs ao lado e começou a testar o som, eu olhava para Edward que encarava o
fogo que agora lambia a madeira. Ele estava tão lindo. Eu queria ir até ele e
abraça-lo por trás, sentir seu corpo firme colado ao meu. Lembrei-me da
banheira hoje mais cedo e os dedos dos meus pés formigaram. Suspirei.
Esme e Carlisle entraram
juntamente com algumas pessoas. Carmen e Eleazar, mais um casal que não conhecia,
eles eram lindos também. O homem com calças e um colete de couro parecia
perigoso, mas um sorriso largo enfeitava suas feições. Seu cabeiro loiro estava
preso com tiras também de couro. Ele era bonito de um jeito diferente. Ao seu
lado uma loira escultural. Eles estavam de mãos dadas e demostravam
conhecimento ao redor de Esme. Meus instintos foram controlados, se minha
familia confiava neles eu tambem deveria confiar.
“Bella,” Carlisle me chamou.
Parecia que nossa discussão não havia ocorrido. “Venha, deixe-me apresentá-la
aos meus amigos.” Ele apontou o novo casal.
“Katrina e Garret. Fazem
parte da familia de Danali.” Esme apresentou com um sorriso feliz. Irmã de
Tanya, pensei, eu queria correr e me esconder.
“Katrina e Garret, meu nome é Isabella." Estendi a mão. "É um prazer
conhecê-los.” Disse educadamente.
“Chame-me de Kate” Disse a
loira apertando minha mão entusiasmada, nenhuma falsidade aparente. O homem inclinou a
cabeça como um cavalheiro me cumprimentando. Alice e Rosalie se juntaram a nós
e Carmen veio me dar um abraço. Aos poucos o ar festivo foi tomando conta.
Com excessão da comida, a
festa era normal, como qualquer uma. Amigos rindo e se divertindo. Edward,
Alexander e Eleazar conversavam animadamente sobre algo com Emmett próximo a
mesa de som, ás vezes eu pegava o olhar de Edward em mim e logo que me via
olhando ele desviava. Parecia que estávamos no colegial, nenhum dos dois dando
o braço a torcer.
Um gritinho estridente de
Alice ao meu lado me fez olhar para trás, ela batia palmas de dava pulinhos sem sair do
lugar. Muito animada pro meu gosto. Ela era tão feliz as vezes.
Oh meu Deus... Quando me foquei no que chamou sua atenção entendi sua exitação. Jasper
vinha andando totalmente a caráter. Chapeu, botas, calças jeans pra lá de
apertadas e um cinto de couro com uma enorme fivela prata com dois cavalos
desenhados. Para completar, uma camisa xadrez vermelha. Ele era realmente um delicioso
Cowboy.
Mais ao fundo, Emmett quase
teve uma síncope de tanto rir.
“Yhaa, e o cowboy sai pra
passear...” Ele ria e gargalhava juntamente com todos.
Alice correu em sua
direção quase derrubando a caixinha de CDs que ele carregava. Ela montou em seu colo com as pernas em
volta de sua cintura o beijando sofregamente. Ele retribuiu com o mesmo ardor.
“Arranjem um quarto.”
Alexander gritou ainda rindo.
“Oh, nós vamos... Não é meu
cowboy? Nós vamos.” Ela o beijou novamente. Depois da exibição muito pública de
afeto dos dois a festa ficou ainda mais animada, todos se revesavam na pista de
dança. Jasper colocou várias músicas country sempre dançando e rindo com Alice e até
Rosalie sempre tão séria dançava magistalmente.
Eu fiquei em um canto olhando
Edward de longe, em nenhum momento ele tentou se aproximar, só poucas olhadas
de vez enquando. Ele, Jasper e Emmett conversavam animadamente do outro lado de
onde eu estava na roda com Carmen e Esme. O som alto me impedia de ouvir o que
conversavam. O tom de voz de um vampiro entre os seus é de apenas um murmurio.
Como eu tinha feito durante toda a noite eu estendi meu escudo. Era bom
alongá-lo. Eles deviam estar a uns cinquenta metros de mim. O meu alvo agora
era Emmett. Jasper me confundia com seus poderes, muitas emoções de todos ao
redor para assimiliar. Fui fazendo um esforso, me esticando, por fim Emmett e
Edward estavam sobre minha proteção, imediatamente fui assaltada pelas imagens
na mente de Emmett. Meu escudo refletia o dom de Edward nitidamente. Eu
podia vê-lo se mover dentro da bolha avermelhada.
É bro, você podia não gostar dela, mas devia ter
aproveitado, ela é muito gostosa e você estava solteiro na época. Eu aproveitei
muito quando era humano, não tinha uma noite que acordava sozinho, às vezes
acordava com duas. Jasper riu, eu também, ás vezes até com três. Era
um papo de homem, contando suas vantagens sobre mulheres. Igual a concurso de
cuspe ou de quem tem o pinto maior. Revirei os olhos.
Naaa, eu estava muito arrasado na época. Eu não queria
outra mulher, com excessão a aquela vez que eu voltei do Havaí, Tânya nunca me
tocou. Minha atenção estava agora
totalmente voltada para os três irmãos que confessavam suas travessuras. Eu sei
que devia ter retirado meu escudo e parado de ouvir. Mas ver tudo em primeira
mão através da mente suja Emmett era muito tentador. Meu ciúme ardia. Edward me
disse que não tinha experiência sexual, mas em nenhum momento ele me disse que
nunca havia brincado um pouco por ai. Eu realmente queria matar a vagabunda por
estar com o que é meu.
“Tudo bem Bella?” A voz de
Carmen me tirou a concentração e meu escudo bateu em mim como uma gominha que
se solta e estrala. Ai!
“Tudo, só pensando.” Balancei
a cabeça e dei um sorriso firme. Ela não insistiu. Voltei meu escudo agora com
facilidade.
As imagens conjuradas na
mente de Emmett eram ainda mais revoltantes. Tânya sobre o meu Edward com as mãos
asquerosas em cima dele. Nojento, um gosto metálico subiu pela minha garganta.
Nem um boquete?Isso não tem graça Bro. A mente de Emmett continuava conjurando as imagens e as
comparando com as suas e de Rosalie na mesma posição.
Edward parecia alheio e
desinteressado. Cuide de sua vida Emmett,
isso é passado. Você sabe que eu posso ver você e Rosalie nessa sua mente
emporcalhada não é?
Mas ela é gostosa Eddie, de um modo totalmente diferente de
Bella, mas é gostosa. Até você tem que admitir.
Edward deu de ombros, Como você mesmo disse, ela não era a Bella.
Vocês passaram três anos na companhia um do outro e ela não
tentou te agarrar nem uma vez? Isso não se parece com uma succubu. Eu ia matar Emmett pór insistir nisso.
No meu último ano com Maria nós já não nos tacávamos mais e
antes disso era muito ruim. Eu a fodia rapidamente e saia fora. As sensações
eram as piores, tanto minhas quanto dela. O prazer envolvido não valia o
desgosto depois. Jasper falou baixando
ainda mais a voz indo para quase apenas um mover de lábios. Tenho certeza que
se não estivesse ouvindo através da mente de Emmett eu jamais saberia o que eles
falavam.
Ela tentou sim. Claro que tentou, mas eu não estava
interessado. Como eu disse, ela só bateu uma pra mim quando voltei do Havaí,
foi prazeiroso na hora, mas como Jasper disse: o desgosto depois não valeu o
trabalho. O olhar de Edward flutuou em
minha direção. Eu estava constrangida e com raiva. Mesmo vendo que ele nunca
esteve interessado eu estava zangada por ele ter deixado que Tânya o
tocasse.
Emmett começou a falar sobre
ele e Rosalie, várias imagens explícitas pairaram no ar e Edward deu um tapa na
traseira de sua cabeça. Cara, já não
basta ter que ouvir e ver vocês dois, agora eu tenho que revisar as lembranças
também?
Alexander se juntou ao grupo.
Eu não estava interessada em ouvir mais farras sexuais, recuei.
Fui até uma árvore com galhos
tortos e baixos, saltei me sentando ainda próximo ao chão, eu precisava de
espaço. O ciúme me corroia juntamente com as imagens que Emmett havia plantado
em minha mente. Observei Carlisle que dançava na pista com Esme. A música era
lenta e sensual e quem visse os dois imaginaria exatamente um jovem casal
apaixonado se beijando e trocando juras de amor ao pé do ouvido. Parecia fácil
estar junto quando se tratava deles.
“Por que você está aqui
sozinha.” Jasper se sentou no galho comigo. Ele analisava minhas emoções, desci
meu escudo interno, mas já era tarde. Ele sentiu meu ciúme desvairado e
desgosto. Seus olhos se estreitaram, com certeza ele pensava se de alguma
maneira eu tinha ouvido a conversa deles. Fiquei imóvel, esperando que ele
chegasse a suas próprias conclusões.
“Só refletindo sobre algumas
coisas,” respondi desviando os olhos e encarando Edward que nos fitava. Ele
ouvia nossa conversa através da mente de Jasper. “Dance comigo Jaz?” Eu não sei
o que me deu, mas eu queria que Edward sentisse o mesmo que eu sentia agora.
“Quero aprender aqueles passos country que vocês estava fazento com Alice.”
Ele tirou o chapéu como num
cumprimento. “Claro minha senhora. Vamos lá.” Pulou do galho e estendeu a mão
para que eu a tomasse. Fomos para a pista e Emmett colocou uma música country
sexy. Jarper cantava com a melodia e sua voz era grave e sensual. Quero fazer
coisas ruins com você... Tão apropriado. Eu no momento queria realmente fazer
coisas muito más com Edward. Coloquei meus braços ao redor do pescoço de Jasper
e o cobri. Direcionei a energia de seu dom para Edward. Fui atacada com suas emoções,
todas muito parecidas com as que eu sentia. Um desgosto e irritação mesclados com
ciúmes e posse. Recuei, era intenso demais combinadas com as minhas.
Exteriormente, eu dançava e
sorria para todos. Alice veio se juntar a nós e um tempo depois eu realmente me
divertia com eles. Avistei Alexander conversando com Kate e Garret, ele acenou
e deu uma piscadinha, eu retribuí seu sorriso. Lembrei-me difusamente da
sensação que ele me causou a um tempo atrás na cozinha de Esme. Seu dom era
poderoso.
Queria tanto que Edward viesse
me abraçar, eu sentia profundamente falta de suas mãos em mim. Sua boca. Ele
estava de costas falando com Esme, Carlisle e Eleazar. Era como se eu fosse
invisível. Merda. Ele iria me fazer
implorar?Estendi meu escudo até Álex. Eu queria fazer outra experiência. O
choque de tê-lo sobre minha proteção reverberou pelos cantos mais escondidos
das minhas entranhas. Era como se eu estivesse flutuando num mar de luxúria,
lascivo, carnal. Nossa!
Jasper e Alice estavam debaixo
da capa vermelha comigo eles iniciaram um beijo cheio de paixão numa dança crua. Afastei-me dando espaço ao casal. Será quanto eu consigo alcançar em
extensão? Ponderei esticando ainda mais as pontas do escudo. A impressão era de se estar bêbada, bêbada de exitação. Um sentimento
de euforia subiu pela minha espinha até o topo de minha coluna e um arrepio de
prazer me perpassou. Eu só queria me soltar. Quanto mais eu sentia o dom de
Alexander, mais eu queria expândí-lo. Kate e Garret se uniram a nós, até Esme e
Carlisle dançavam mais soltos na pista.
Senti uma mão quente em meu
ombro. “Dança comigo Bella?” Os estranhos olhos de Alexander me encaravam vendo
mais que supostamente deveria.
“Claro.” Dei uma olhada
discreta para o lado em que Edward estava. Eu não queria deixá-lo mais zangado
do que estava e ao mesmo tempo eu não dava a mínima, Eu também estava muito irritada
hoje com a história das bolsas de estudo e de Tânya dando uma mãozinha literalmente pra ele.
Sua cara era de quem queria matar ao me ver dançando com Álex. Se não estava
gostando ele que viesse me tirar daqui. A música agora era quente e pulsante,
como chocolate derretido com morangos. Meu escudo totalmente estendido sobre
todos. Eu podia sentir cada ponto dos doze vampiros que me cercavam. Eu sentia
o fluxo de energia que era retirado de Álex e distribuido através de minha
cobertura para cada ponto de luz. Éramos um mar de sensações balançando ao som da
batida sexy que Edward agora na mesa de som nos proporcionava.
“Eu sei o que você está
fazendo.” A voz de Alexander em meu ouvido era apenas um murmurio. Fiz-me de
desentendida. Suas mãos quentes estavam em minha cintura e meus braços em volta
de seus ombros.
Ele me puxou mais perto. Para
um observador era como se nossa dança estivesse mais aquecida, mas nós sabíamos
que não.
“O que eu estou fazendo?”
falei em seu ouvido também. Senti que ele enrijecia.
“Isabella... Você é boa.” Ele
afirmou misteriosamente. “Como uma recem criada seu dom está muito avançado.
Imagina com um pouco de treino.” O choque fez querer recuar e ele me segurou no
lugar. “Não recolha seu escudou ainda.” Eu pensei que ele falava do fato de eu
fazer ciúmes em Edward, mas saber o que eu fazia com meu escudo era uma
novidade.
“Mantenha.” Sua voz era macia
em meu ouvido. Senti uma corrente elétrica perpassando pela extensão vermelha e
tremi.
“O que você está fazendo.” Perguntei quase arfando. Era como se ele despejasse a força de mil orgasmos através
de minha mente refletindo em meu escudo e por consequencia em cada pessoa sob
minha cobertura. Todos pareciam alheios, porém sentiam os efeitos. Os casais a
minha volta se balançavam graciosamente quase em éstase. Edward se agarrava a
mesa de som e seus olhos eram negros de ira e luxuria. Parecia Eros*, o deus do amor. Tão solitário e
lindo.
“Se você forçar mais, eles
vão começar a arrancar suas roupas e a fazer amor ao nosso redor.” Álex disse
baixinho.
“Como você sabe que sou eu?”
Eu estava confusa e cheia de excitação, queria ir atrás de Edward e arrastá-lo
pra algum quarto e ter meu caminho com ele.
“Eu posso sentir minha energia se expandindo através do seu escudo. É fácil quando se sabe o que procurar. Já vi um dom como o seu. Foi
a muito tempo em Volterra quando eu vivia lá. Nem de longe Tália chegou a ter a
sua desenvoltura. Aro a destruiu antes que fosse tarde demais.” Vendo meu
choque ele continuou. “Não se desconcentre. Mantenha seu escudo. São dois não
é?”
“Sim, um interno e outro
externo.” Respondi com dificuldade. Os efeitos eram muito intensos.
“Você consegue mover o
interno?” Eu balancei a cabeça afirmativamente. Sem conseguir verbalizar. Se
fosse humana estaria suando horrores.
“Então se cubra com ele. Sei
que a princípio será difícil movê-lo, ele é sua proteção estão está se agarrando
ao seu cérebro. Tente movê-lo até se cobrir totalmente.” Ele instruiu. Fui
forçando seu fechamento ao meu redor. Como um tecido elástico ele foi se
moldando aos poucos através de meu corpo. A sensaçõe de formigamento passou
deixando apenas uma ressaca orgástica.
“Viu? O pequeno é para te
blindar, enquanto você usa o que se expande mais para proteger outros ou para
se defender.”
“Uau. Obrigada.” Eu sorri
agora mais aliviada por não estar sob o domínio do poder Incubus dele.
“Não há de quê. Queria ter
podido ajudar Tália, ela era minha amiga. Aro cobiçou seu dom, mas quando viu
que ela possuia outro escudo que podia usar para se defender dele, ele a queimou
sem ao menos desmembrá-la. Tome cuidado Bella. Não permita que ninguém além
daqueles que você confia saiba da extensão do que você é capaz antes que você
esteja pronta. Seu segredo está seguro comigo.”
Eu sorri. “Eu nem sei do que
sou capaz, nem sei como manupulá-lo ainda. Só estava fazendo experiências
aleatórias.” Disse um pouco culpada.
“Eu entendo.” Alexander
gargalhou olhando ao redor. “Sua concentração é muito boa. Mesmo enquanto
falamos você se mantém firme. Isso é ótimo. Foram precisos quase cinco anos para
que Tália ao menos descobrisse como mover o escudo interno. Você em um dia
manipula os dois com destreza.”
Olhei ao redor, todos ainda
dançavam sob minha proteção, casais felizes e cheios de desejo. Olhei para a
mesa de som e Edward não podia ser visto. Meu sorriso caiu um pouco. Acho que
fui longe demais, meu escudo interno escorregou e eu queimei novamente. Ops.Gemi.
“Minha vez.” A voz de Edward
era contida e cheia de significados. Seus dedos longos sobre a minha mão que
estava no ombro de Alexander. Ele sabia. Tinha ouvido tudo pela mente de Álex.
Eu não tinha prestado atenção que uma vez dentro de minha égide tudo que fosse
dito ele poderia ouvir juntamente comigo.
“Com certeza amigo. Toda
sua.” Alexander se retirou. Senti seus braços ao meu redor e minha concentração
se foi. A cobertura recuou ondulando atrás de mim.
Ele não disse nada, apenas
seus olhos me olhavam profundamente. Eu não precisava do poder avassalador de
Alexander para desejar o homem a minha frente, bastavam seus braços ao meu
redor e seus olhos nos meus. Os casais na pista conosco começaram a se recolher,
uns davam boa noite, outros apenas deixaram em sua bolha de anseio e amor.
Uma música muito lenta e
atraente estava tocando. Edward apenas me olhava e me abraçava. Quase não nos
movíamos.
Ele enterrou seu nariz em meu
pescoço e inspirou profundamente. Eu estremeci.
“Venha.” De repente ele me
puxou para longe da pista de dança onde apenas Emmett e Rosalie mais Garret e
Kate ainda dançavam. Fomos em direção ao bosque próximo onde eu havia me
sentado na árvore mais cedo com Jasper.
Ele andava rápido e em
silêncio, eu não ousava quebrar o mesmo. Edward parecia com raiva e
encolerizado. Mal chegarmos ao meio do bosque entre alguns
carvalhos antigos, ele me colocou de costas contra uma árvore de tronco incrivelmente
grosso. Seu corpo se colou ao meu e sua boca estava em meu pescoço
imediatamente. Eu arquei minha coluna querendo mais.
Seus olhos varreram descaradamente meu corpo. Eu nunca
tinha sido tão faminta por ele.
"Porque não me contou". Edward disse por
entre os dentes raspando minha orelha no processo. Suspirei por causa do
contato. Olhando por seu ombro vi que as árvores nos davam a cobertura
perfeita. Ouvia ao longe as vozes e a música, mas não conseguia vê-los.
"Não pensei que fosse importante."
"Não pensei que fosse importante."
Desci as mãos entre nós e fiz um trabalho rápido desafivelando o cinto e abrindo
o botão de sua calça jeans. Ele segurou minhas mãos. “Hum hum” Fez sinal
negativo com a cabeça.
Subindo meu vestido até a cintura ele encarou a calça legging
grossa que eu usava como se ela fosse ofensiva. Apenas com o toque suave de
suas unhas ela estava em farrapos pelo chão ao nosso redor. Ele olhou faminto
para a calcinha transparente preta que eu usava. Subindo-me a altura de seus
ombros, ele depositou minhas coxas ali, uma de cada lado de sua cabeça. Minhas
costas eretas junto ao tronco da árvore e minhas mãos em seus cabelos macios.
Joguei minha cabeça para traz quando ele abriu minhas pernas, pressionando as
palmas das mãos contra sua face interna de minhas coxas, ele lambeu o
comprimento de meu sexo por cima da renda preta lentamente mais e mais.
Ele gemeu contra mim aproveitando o calor delicado que
emanava do meu sexo. E então rasgando a calcinha com os dentes ele teve
realmente um gosto de mim. Ele enfiou a lingua entre as minhas dobras com
abandono. Eu deixei-me ir selvagem enquanto ele me absorvia recolhendo a
umidade lá, me chupando, mordendo e sugando loucamente, enquanto eu me debatia
e gemia.
Arqueei contra ele, movendo-me ao mesmo tempo que seus
golpes de língua. Ele brincava comigo, desacelerando o ritmo quando reconhecia
os sinais reveladores de meu clímax se aproximando. Edward empurrou dois dedos
dentro de mim e descansou a bochecha em minha coxa me observando, respirando
com dificuldade e rápido contra minha pele. Ele enrolou seus dedos longos e
deliciosos dentro de mim, uma vez, duas, na terceira achatou a lingua em meu
clitóris movamente e eu fui embora, levada pelo prazer. Apertei-me ao redor de seus dedos gemendo seu
nome.
"Adoro ver você", Ele sussurrou enquanto eu
me acalmava.
"Hmm?" Gemi com sua declaração em questão. Ele
retirou seus dedos e os lambeu. Depois beijou-me a anca, subindo com a boca pelo meu corpo e me
descendo de seus ombros enquanto ia retirando o meu vestido no processo e o
pendurando em um galho próximo.
"Eu disse:" Ele beijou meu ouvido, sua língua
se curvando ao longo do lóbulo. "Eu amo te ver gozar."
"Sim?" Eu estava trêmula e cheia de desejo.
"Sim". Ele deslizou o nariz para baixo em
minha bochecha, ao longo de minha mandíbula. "Adoro ver você se contorcer.
Eu amo o jeito que seus seios se mexem e como você se arqueia em minha direção
quando eu falo com você desse jeito."
Eu suspirei em resposta, considerando sua declaração.
"Bella, você sabe que eu apreciava demais a sua
humanidade. Não sabe?”
"Eu sei". Estranhei não entendendo onde ele
queria chegar.
"E eu não quero banalizar o que você sentia por
mim antes, mas -"
"Wow!" Interrompi. "Que maneira de
começar uma frase."
“Eu só quero que você saiba que eu não tirei sua vida de
você de ânimo leve. Eu lutei tanto para te manter humana que hoje que você é
igual a mim, me pergunto se você entende os meus motivos. Eu odiei cada segundo
da nossa briga hoje a tarde. Não quero nunca que se repita por algo que eu fiz
no passado.”
Eu o contemplava estupefata. “Foi você?” Agora tudo
fazia sentido. O depertar em seus braços. Seu apego a mim desde o meu abrir de
olhos. A alegria que eu sentia nesse minuto era incomparável. Deitei minha
cabeça em seu peito e me agarrei a ele. Seus braços fortes me apertaram. Sua
face sobre minha cabeça.
"Eu só quero dizer que queria mais que tudo ter
você ao meu lado. Quando percebi que Carlisle tinha te levado para a transformação eu não pude deixar acontecer sem mim. Você é minha em todos os
sentidos. Eu pagarei de bom grado o preço por ter tirado sua vida se você
permanecer comigo.”
“Você se arrepende?” Perguntei sabendo que não. Ele riu.
“Óbvio que não. Não poderíamos ter feito o que fizemos
se eu não tivesse te transformado.” Ele me apertou e puxou meu queixo para que
eu o olhasse. Ele lambeu meus lábios e pude sentir meu gosto lá. Era tão
sensual.
“Eu desejei por todos esses anos que você se tornasse
mais sintonizada com tudo ao seu redor. Eu queria que você fosse como eu, mas
tinha medo. Agora vendo como as coisas caminharam bem, eu me sinto um tolo.
Gosto de ver como você está confiante e poderosa. Seus sentidos apurados capazes
de ouvir, cheirar, saborear, ter sensações que você nem sequer registrava antes.
Coisas que você nem sequer sabia que existia. Você é minha igual, fisicamente,
emocionalmente, mentalmente. Somos agora seres combinados em todos os
sentidos."
Meus olhos se arregalaram. "Todos os sentidos."
Me fiz de inocente espalmando sua ereção muito evidente presionando minha
pélvis.
Ele balançou a cabeça afirmativamente. "Eu sou
capaz de fazer coisas para você - com você - que eu só era capaz de
fantasiar."
Inclinei a cabeça. "Sério?"
"Realmente". Ele sorria cínico.
"Como o quê?"
Ele se dobrou mais próximo, pressionando sua boca em
meu ouvido. "Como você se sente quando eu estou dentro de você, cada
centímetro meu. Tenho certeza que é muiiito intenso. A Bella humana não suportaria.
Você se lembra de hoje de manhã na banheira? Você me montou tão duro quanto
você pode não é? Você acha que aquela menina tímida faria isso?” Ele lambia
minha orelha e chupava o lóbulo me deixando louca, suas mãos seguravam as
minhas para que eu não o tocasse.
“Você foi uma menina muito má hoje Isabella, muito má.
Eu devo castigá-la por todas as suas infrações.” Sua voz era como veludo. Macia
e sedosa.
“Infrações?” Grunhi sem fôlego.
“Sim, a lista é enorme. Além de gritar comigo e me
desafiar, eu tive que te ver dançando de forma desavergonhada com outros caras.
Você tem um dom muito poderoso e não me contou, usou esse dom para deixar todos
ao seu redor morrendo de tesão e ainda por cima nem se quer cogitou a idéia de
me pedir perdão de joelhos por seus maus feitos.” Edward pontuou minhas
transgressões do dia com uma mordida no lábio inferior e depois passou a lingua
vagarosamente enquanto falava.
“O que você acha de eu puní-la te fodendo contra essa
árvore tão forte até que ela se parta ao meio e caia." Gemi, com os olhos
fechados. Eu gozaria apenas com sua palavras em minha boca."Ou estão
espancar essa bunda linda. Ríspido e forte."
"Edward".
"Hmm?" Ele apertava meus seios cobertos ainda
pelo sutiã preto se esfregando em mim.
"Eu quero que você me foda contra essa
árvore então." Eu implorei.
"O quê?" Ele parou de atacar minha boca e
desceu até meu mamilo direito o mordendo.
"Aqui. Agora." Eu falei um pouco incoerente. Ele
sorriu e eu alisei seus cabelos, forçando sua boca mais forte no meu seio.
"Eu quero ser selvagem com você aqui. Eu quero que você me foda tão duro
que eu não consiga pensar em nada, apenas em seu corpo no interior do meu. Nada
mais."
"Víre-se." Ele comandou áspero. Sua voz cheia
de desejo.
"Segure esse galho," ele instruiu levantando meus
braços para um tronco forte vários centímetros acima da minha cabeça.
"Apenas segure."
Ele me ajeitou, meus braços estendidos e minha bunda
empinada, parou um momento para simplesmente apreciar a vista, selvagem e
disposto. "Eu não posso acreditar que você é minha", murmurou.
"Para sempre", eu disse empinando mais até
senti-lo contra minha bunda.
Minha fala o fazendo se contorcer contra a minha
traseira. Sorri e ele sabia que eu tinha sentido isso. Rapidamente ele tirou a
camisa e baixou as calças e boxer até os tornozelos. Isso ia ser rápido. Eu me
derretia em expectativa. Edward recolheu meus longos cabelos em uma das mãos o
torcendo e puxando levemente até que minha cabeça estava um pouco inclinada
para trás. Meus braços ainda estavam acima de minha cabeça, sua lingua varreu
meu pescoço e minhas costas, Ele levantou uma de minhas pernas e se encaixou
abaixo de mim, a ponta se seu membro firme em minha entrada. Embora ele estivesse
apoiando todo o meu peso, a posição deu-lhe acesso irrestrito a meus seios, minha
garganta. Meu clitóris. Ele
me ergueu um pouco e depois empurrado de uma vez ele estava dentro de mim. Eu
gritei com o choque. Ele concentrou a boca e lingua na pele delicada – atrás do
meu pescoço onde a veia jugular deveria pulsar visivelmente em meu estado de
excitação.
Ele passeou a língua ao longo da pele lá, sentindo a cicatriz
em forma de crescente, que tinha me marcado como sua. Seu veneno em mim.
Misturado. Um só.
Edward começou devagar, circulando seus quadris
suavemente me fazendo acostumar com a sensação de plenitude que era tê-lo nessa
posição. Tão profundo. Eu relaxei com a
cabeça em seu ombro e a mão que segurava minha perna foi para meu clitóris
desenhando pequenos circulos e me deixando tonta. Eu não poderia segurar mais. Ele
acelerou, iniciando a pressão, profundo e forte contra mim. Coloquei uma mão
contra a árvore para absorver o impacto e a outra segurava o galho com força,
usando-o como alavanca para levantar-me ligeiramente pra cima e pra baixo junto
com seus impulsos poderosos.
"Porra Bella, você é tão foda sexy."
Eu podia sentir seu sorriso lacivo nos meus cabelos e
ombros. "Você gosta de mim assim?"
"Deus, sim. SIM." Eu choramingava com
cada impacto de sua pelvis em minha bunda, meus seios saltando como cada
estocada. Ele me batia forte e indiscutivelmente mais sexy. Eu me perguntava
quanto mais de força ele poderia colocar antes que a árvore caísse. Me sentia
inquebrável, poderosa e dígna do meu leão, o cordeiro estava morto e a leoa
agora reinava ao seu lado tão imponente quanto ele.
Senti Edward se esticar e endurecer ainda mais dentro
de mim. Ele estava perto assim como eu. Ele se contorcia loucamente e sua mão
era um borrão friccionando meu ponto sensível. Nós gemíamos e rugiamos em
sintonia completa. Minha mente oscilando entre visões de nosso passado e nosso
futuro.
"Oh, Deus, Edward." Eu gritava alto e
desinibida no espaço aberto.
Ele manteve uma mão firme em meu quadril enquanto a
outra continuava a me massagear eroticamente, as vezes subindo aos meus seios
para retornar mais ávida ao meu centro pulsante. "Porra" Ele respirou
em meu pescoço. "Você é deliciosa Baby. Tão bom, tão bom".
Soltei o galho e coloquei a mão para trás segurando sua
nuca e arranhando o couro cabeludo o fazendo estremecer. Meus olhos estavam
fechados, sentia sua pele orvalhando levemente o veneno perfumado de mel, lilás
e sol enquanto ele continuava em movimento.
Senti o aperto no meu baixo ventre enquanto o maior orgasmo
de minha vida arrasava por meu corpo me liberando. Então, esmagando a madeira em uma pasta com
seu punho ele gozou dentro de mim, nossas vozes se misturando entre gritos e
suspiros enquanto cada um se deliciava com o prazer e a sensação do corpo do
outro. Nosso lugar. Nosso lar. Para sempre.
Ficamos deitados alí no chão, agarrados um ao outro
curtindo a sensação de paz e serenidade que o momento proporcionava. Meu escudo
interno se alongou sem problemas agora como se tivesse vida própria. Estendeu-se
ás minhas costas onde Edward me apertava o envolvendo por inteiro juntamente
comigo. Presos juntos literalmente em uma bolha magenta*
Te amo amor. Mais
que tudo. Sua voz soava diferente mais profunda e rica.
Virei-me para olhá-lo. Seu sorriso era terno.
Tão linda... Em
seus olhos me ví refletida, todo o seu amor espelhava o meu. Ele não falava com
a boca e sim com o coração e a mente. Eu estava ouvindo Edward, realmente ouvindo.
Também te amo,
amor. Sempre. Respondi sem palavras. Seus olhos se arregalaram. E então
seus lábios eram duros nos meus. Nossas imagens de amor eterno, o passado e o presente se misturando. Não precisavamos de palavras mais. Nossos
corpos, nossas mentes e nossas almas estavam unidos em um só.
Nota da Autora:
Uau. Quanto trabalho. Espero que tenham gostado do sexo selvagem.
As pervas de plantão como eu agradecem.
Não se esqueçam de marcar os quadradinhos e falar comigo. LOL
Estou sentindo falta de alguns comentadores antigos e adorando os novos. Bem Vindos!!!
Pessoal, nesta segunda não haverá capitulo de DQ. Por um problema de cronograma um novo capitulo será postado na Quarta feira. Espero que compreendam. Tive um problema pessoal e vou fazer uma pequena viagem. Retornarei na quarta de manhã. Bjos.
Para quem quiser ter um gostinho de como o cowboy Jasper dançava siga o link abaixo.
Amo o Sr. Jackson Rathbone - Meu cowboy perfeito.
Pessoal, nesta segunda não haverá capitulo de DQ. Por um problema de cronograma um novo capitulo será postado na Quarta feira. Espero que compreendam. Tive um problema pessoal e vou fazer uma pequena viagem. Retornarei na quarta de manhã. Bjos.
Eros: (em grego Ἔρως;
no panteão romano Cupido) era o deus grego do amor.
Hesíodo, em sua Teogonia, considera-o filho de Caos,
portanto um deus primordial.
Além de o descrever como sendo muito belo e irresistível, levando a ignorar o
bom senso, atribui-lhe também um papel unificador e coordenador dos elementos,
contribuindo para a passagem do caos ao cosmos.[1]
Posteriormente foi considerado como um deus olímpicos,
filho de Afrodite e de Hefesto ou Zeus,
Hermes ou Ares,
conforme as versões. Tendo, certa vez, Afrodite desabafado com Métis (ou Têmis), queixando-se que seu filho
continuava sempre criança, a deusa lhe explicou que
era porque Eros era muito solitário.
Magenta: O magenta é
uma cor-pigmento primária e cor-luz secundária, resultado da mistura das luzes
azul e vermelha. Ao contrário das demais cores, esta cor não está em uma única
faixa de ondas no espectro; a luz magenta tem ondas tanto de vermelho quanto de
azul na mesma quantidade. A cor é chamada também de fúchsia ou fúcsia, devido à
planta com o mesmo nome. Fúchsia é usado como nome alternativo para a cor
magenta eléctrica.
Para quem quiser ter um gostinho de como o cowboy Jasper dançava siga o link abaixo.
Amo o Sr. Jackson Rathbone - Meu cowboy perfeito.
Imagens do Capitulo.
Roupas de Edward e Bella
Carro novo de Edward - Lexus ES 350 - Carrão
Pastas Familia Cullen - Porém mais grossas - essa são apenas para a visualização.
Um pouco da decoração da Festa que Alice vai dar para Bella
Lingerie que Bella usa para a festa e parte final da capitulo.
Até quarta meus docinhos. E se valeu a penas esperar. Deixem seus comentários.
Falem comigo.
Vou dormir agora.... zzzz
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