Mega capítulo para alegrar nossa noite.
É o maior até agora, dezoito páginas.
Muitos trechos em Itálico sinalizando pensamentos,
Edward e seu dom de ler mentes...
Amo absolutamente a música. não deixem de ouvir.
Espero muitos comentários.
Boa leitura!
Dark Queen
20
Essa
conversa não acabou
***
It's Not Over / Não está acabado
I've
taken all I can take / Eu
suportei tudo que posso suportar
And I
cannot wait / E eu não
posso esperar
We've wasted too much time / Nós
perdemos muito tempo
Being strong and holding on / Ser
forte e aguentar firme
Can't
let it bring us down / Não pode
deixar isso nos derrubar
My life
with you means everything / Minha
vida com você significa tudo
So I
won't give up that easily / Então eu
não desistirei tão facilmente
I'll
blow it away, blow it away / Eu
superarei isso, superarei
Can we make this something good? / Nós
podemos fazer disso algo bom?
Cause it's all misunderstood / Porque foi tudo mal-entendido
(Well
I'll try to do it right this time around) / (Bem, eu tentarei fazer a coisa certa dessa vez)
Let's start over, / Vamos recomeçar
I'll try
to do it right this time around / Eu tentarei fazer a coisa certa dessa vez
It's not
over / Não está
acabado
Cause a
part of me is dead and in the ground. / Porque uma parte de mim está morta e no chão
This love is killing me / Este
amor está me matando
But you're the only one / Mas
você é a única
It's not
over. / Não está
acabado.
We can't
let this get away / Não
podemos deixar isto escapar
Let it out, let it out / Deixe
sair, deixe sair
Don't get caught up in yourself / Não
fique presa em você mesma
Let it out. / Deixe sair
Let's start over / Vamos recomeçar
We'll try to do to it right this time around / Nós
tentaremos fazer a coisa certa dessa vez
It's not
over / Não está
acabado
Cause a
part of me is dead and in the ground. / Porque uma parte de mim está morta e no chão
This love is killing me / Este
amor está me matando
But you're the only one / Mas
você é a única
It's not
over. / Não está
acabado
Daughtry
***
Edward
POV
Ela queria que eu a
levasse pra casa. Então eu levei. Deixei o bar dando uma enorme gorgeta a Joe
por tratar minha Bella tão bem.
Alice não estava feliz
com a decisão de Bella em voltar comigo, seus pensamentos demosntravam que era
uma má idéia, ela estava bêbada e não sabia o que estava fazendo. Por incrível
que pareça foi Jasper que a acalmou e convenceu que era melhor para todos nós
que ela não interferisse no nosso assunto, eu o agradeci discretamente.
Não pense que não estarei de olho em você. O fato de convencer Alice a
te deixar levar Bella pra casa não exclui a desconfiança que eu ainda tenho a
respeito de suas intenções. Se você a machucar eu mesmo vou desmembrar você. Jasper
gritou para mim em pensamento.
Minhas intenções
estavam longe de querer machucá-la. Eu não sei onde isso ia dar, eu nem sei se
confio em mim ou nela. No momento eu só queria estar lá, sentí-la, estar com
ela.
Ela estava um pouco
cambaliante quando entramos no carro. Eu não conseguia tirar minhas mãos dela.
Seu cheiro delicioso me assaltava dentro do pequeno espaço. Eu queria
devorá-la.
“Tânya não vai ficar
feliz de ver você levando a humana pra casa.” Sua voz era um pouco embolada devido ao alcool.
“Não se preocupe com Tânya,
ela pensa que tem direitos que não tem.” Ela acenou com a cabeça mas não rendeu
o assunto.
A viagem foi curta, mas
suficiente para que Bella adormecesse em meu ombro. A peguei delicadamente e
levei ao seu quarto. A casa estava silenciosa e escura.
Fiquei ao pé da cama
admirando a beleza de cabelos escuros diante de mim. Ela era perfeita em todos
os sentidos. Sua pele era creme e rosas, seus seios estavam cheios e redondos,
mesmo através da blusa de malha fina era possível ver as mudanças ocorridas
nela. Mais do que até mesmo sua aparência física, ela toda exalava sexualidade
confiante. Ela era uma mulher.
Bella ressonava tranquilamente. Ponderei se
deveria acordá-la para se trocar. Retirei as botas e as meias e admirei os pés
femininos e delicados. Hesitei em seu jeans, ela me acharia muito abusado se eu
a despisse? Não importa agora, eu a queria confortável. Como na noite em que a
admirei de longe no Havai, sua calcinha era simples, branca de algodão. Minhas
mãos tremiam ao descer a calça e passá-la em seus tornozelos. Retirei a
jaqueta e soltei seus cabelos espalhando-os pelo travesseiro branco. Ela estava
deslumbrante. A cobri e me sentei na poltrona no canto de seu quarto para velar
seu sono como eu fazia quando vivíamos em Forks. Ela não deu nenhuma palavra.
Algumas horas depois
ela começou a ficar agitada. Seu sonho parecia vívido. Ela se debatia na cama
de um lado pra outro. Dizendo meu nome sob sua respiração.
"Respire Bella. Shhhhh. Basta respirar."
Retirei os fios de cabelo da testa úmida antes me
deitar ao seu lado colocando meus lábios em sua orelha.
"Shhhhh, está tudo bem. Amor. Você estava
sonhando. Você está ok", Eu a acalmei enquanto a embalava suavemente para
trás e para frente.
Ela abriu os grandes olhos marrons, ainda grogue,
confusa. Fechando-os novamente, esperando. Ela pensou que ainda estava
sonhando.
"Eu estou aqui. Estou aqui com você, Bella."
"Onde é aqui, Exatamente?"
Seus olhos corriam freneticamente ao redor do quarto escuro,
era natural ela estar confusa depois da bebedeira e a nova casa.
Seus olhos mostraram realização.
“Oh! Eu achei que estava sonhando.”
Ela era adorável, seus cabelos revoltos e lábios
vermelhos. Suas bochechas levemente coradas.
“Desculpe, eu adormeci.” Ela disse envergonhada.
“Não tem problema. Eu cuidei de você.” Beijei o topo de
sua cabeça.
Nossas pernas agora entrelaçadas, as minhas frias e
duras enroladas nas macias e quentes de Bella.
Ela começou a esfregar seu tornozelo ao longo de minha
canela por boixo da calça, como se querendo ter certeza que eu estava lá. Seu
ânimo era leve e seu nariz passeava na parte lateral do meu pescoço. Era um
movimento pequeno, tímido, mas que eu não tinha sentido em muitos anos.
Oh, Deus. Bella.
Minha cabeça nadou com uma centena de perguntas não
respondidas, eu queria encontrar as respostas.
O que seria de nós? Ela me queria de volta? Ela estava
sozinha? Ela ainda me ama?
E agora, tão desesperado quanto eu estava para saber,
entender, eu estava igualmente com medo do que saber significaria.
Envolvê-la em meus braços na cama enquanto ela se
aninhava em mim, me parecia tão familiar quanto era a quatro anos atrás. Mesmo
com todas as coisas ainda não ditas entre nós, eu sentia meu mundo entrando nos
eixos apenas com essa proximidade. Eu teria minhas respostas na parte da manhã.
Eu só queria uma noite.
Uma noite para banhar-me em feliz ignorância antes de
ser confrontado com as decisões de peso que se seguiriam diante dos
questionamentos. Uma noite em sua cama, explorando o caminho que minhas mãos
adolescentes nunca exploraram por minha culpa. Uma noite para fingir que
qualquer explicação que ela iria oferecer amanhã por ter me deixado pode
satisfazer-me. Como eu poderia justificar o perdão que ambos estavamos
procurando?
Uma noite para deixar a paixão afundar onde, amanhã, a
razão tomará conta.
Sim. Eu merecia uma noite. E ela também. Ela tinha esse
direito.
Enrolando as pernas ao redor das minhas, ela me puxou
para mais perto. Perto o suficiente para sentir o seu cabelo macio na minha
bochecha. Eu já estava duro como aço fazendo minhas calças desconfortáveis.
Mesmo após todo esse tempo, nós nos encaixávamos
perfeitamente juntos, eu não tinha a intenção de me esconder dela mais. Nunca
com exceção daquela noite eu que eu a rejeitei, eu tinha permitido que ela
sentisse meu corpo por inteiro.
Não mais.
Eu me revelaria pra ela.
Inalei agudamente, apertando meu controle sobre seu
corpo.
Sim.
Ela estava me guiando pelo caminho. Seus quadris
mudaram se esfregando em minha rigidez.
"Hummm", ela gemia no meu ouvido, quase um
sussurro. Ela suspirou e puxou-me mais perto, apertei-a mais forte em volta da
cintura fina. Senti a queimadura escaldante de seu toque através do algodão
macio da minha camisa – suas mãos passeando pelo meu peito e descendo pela
minha barriga me enlouquecendo. Ela parou por uns instantes.
Em seguida, atacou, estávamos no meio de um abraço
apaixonado.
Sim.
Eu senti o estrondo do rosnado em minha barriga,
enquanto suas mãos viajavam loucamente, freneticamente, por cima do meu
quadril, minhas costelas, meu peito. Minhas terminações nervosas estavam em
alerta máximo, formigando com a sensação esmagadora de seus dedos me agarrando,
esfregando em mim, em todos os lugares.
Ela arqueou a espinha, empurrando-me mais em seu toque,
agarrando minha camisa em suas mãos. Eu respirava pesadamente no seu ouvido
antes de lançar-me em minhas costas.
Nos colocamos de lado por um longo momento. Ofegantes. Nos
olhando.
Precisando de mais, eu enrolei meus dedos nos cabelos
cor de mogno, dando um leve puxão para baixo. Queria desesperadamente beijá-la,
senti-la contra mim.
"Bella", Disse suavemente, "Eu preciso..."
"Shhhh", ela murmurou, trazendo os dedos em
meus lábios.
"Mas -"
"Por favor, não, Edward. Está tudo bem. Não hoje."
Ela empurrou suas mãos quentes no meu peito. A
sensação foi registrada como um pequeno empurrão, mas eu poderia dizer o que
ela queria pela maneira como seus olhos brilhavam e os tendões em seu pescoço
flexionaram. Caí com força contra a cama e me rendi.
Suas mãos estavam em todo lugar, queimando em minha
carne. Seus olhos estavam selvagens e observando enquanto ela agarrava meu
cabelo e acariciava meu rosto, meu pescoço, meu peito.
De repente sem aviso, os lábios dela estavam nos meus. Fiquei
tenso, instintivamente, engoli as pressas o lago de veneno em minha boca. Por
um breve momento, pensei em me afastar dela. Lembrei-me da última vez que ela
tomou a iniciativa e o que eu fiz com ela.
Não deveria ser assim. Não dessa forma.
Mas isso não era sobre mim.
Eu dei a ela o direito de medir a dose, marcar o ritmo.
Se isso era o que ela precisava, é isso que eu lhe daria.
Seus lábios deslizaram entre os meus, eu me perdi no
gosto familiar de sua boca molhada. Meus sentidos e minha mente se turvaram
enquanto eu em vão tentava processar o que estava acontecendo.
Deus, o que eu estava fazendo.
Senti a superfície esponjosa de sua língua doce-e-rosa
ao longo de minha mandíbula quando ela lambia o caminho pra o lóbulo da minha orelha.
Jesus.
Sua respiração era quente e úmido no meu ouvido. Eu
podia ouvir a frenética pulsação de seus batimentos cardíacos debaixo do
algodão de sua camisa. Ela apertou o nariz no meu pescoço e puxou uma
respiração instável.
Oh Deus.
Ela estava me inspirando novamente. Isso era tão
arrasador.
Puta merda.
Ela puxou minha orelha em sua boca escaldante devagar e
raspou os dentes deliberadamente. Soltando-me de sua mordida, ela disparou como
no dia anterior um chiado zangado. "Respire, Porra."
Deus me ajude.
Ela sabia. É claro que ela sabia. Eu não tinha respirado
desde que ela colocou a boca na minha.
Ela estava me testando, desafiando-me. Ela queria ver o
quão longe eu iria da mesma forma que tinha feito antes.
Seu tom era de comando e sem remorso.
Foi um ultimato.
Eu não podia ler sua mente, mas eu sabia com certeza, que
não haveria lugar para mim em sua vida se eu não pudesse fazer isso. Se eu não pudesse
mostrar a ela que eu não estava mais vivendo pelo medo.
Eu pressionei meu nariz na pele sedosa de seu pescoço
e enchi meus pulmões com o perfume avassalador de sua pele. Cerrando meus
punhos ao lado de sua cabeça na cama, eu queimei minhas narinas com um longo
gole da mais pura essência de Bella.
A intensidade do ato me sacudiu até a medula. Meu corpo
inteiro estremeceu em resposta. Minha ereção latejava nas sensações
conflitantes da desenfreada sede e desejo insaciável.
Depois de um longo momento, eu recuperei minha
consciência. A sede estava agonizando, mas controlável. A luxúria não.
Abri os olhos para encontrar Bella olhando atentamente
para mim. Ela parecia... Presunçosa? Orgulhosa? Provavelmente os dois.
Agarrando minhas mãos, ela desenrolou meus dedos,
achatando as palmas das minhas mãos nas suas e descendo ao lado de seu corpo,
passando por seus seios deslizando lentamente para baixo em seu torso. Engoli
um gemido quando as minhas mãos sentiram as curvas arredondadas de sua figura
feminina. Ela manteve um aperto firme me impedindo de retirar as mãos, ela me
guiou até seu quadril.
Ela estava no comando. Tomando o que ela precisava.
Tomando a força o que eu sempre me recusei a dar a ela.
Meu corpo tremia novamente com a sensação realmente devastadora
do toque de Bella. Seu corpo era a perfeição. Seus músculos tensos e curvas suaves
gritavam por mim sem palavras. Cedi à sua necessidade, minha necessidade,
e relaxei em seu toque.
"Deus, Bella", eu falei trêmulo. "Você
é... Deus, você é divina."
Eu não sei se foram minhas palavras ou algo mais - algo
totalmente alheio a mim. Mas nos momentos que se seguiram, os olhos de Bella
mudaram. Eles não eram mais selvagens com a necessidade frenética. Eram escuros
e calculistas. Traiçoeiros.
Ela passou seus dedos por meus cabelos e agarrou meu
rosto para que os nossos olhos ficassem presos um no outro. Sua respiração era
lenta, mas dura.
"Edward", ela respirava. "Eu preciso que
você me prove".
PORRA.
Suas palavras cairam em mim como uma onda, um tsunami
desembarcando profundamente no meu estômago. Eu rosnei instintivamente,
sentindo o aperto sendo construido em minha barriga e a necessidade pulsando em
minhas calças.
Ela queria que a minha língua em sua boca.
Ela queria me empurrar para a borda do precipício,
precisava ver o quão longe eu estava disposto a ir. O quanto eu precisava dela. O cheiro de sua excitação era pungente no ar enquanto
eu processava seu pedido.
Ela queria ter certeza que eu precisava dela.
Quero provar a ela que eu preciso mais do que ela possa
supor.
Sem quebrar o contato visual, acariciei seu lindo
rosto. Passeio por seu pescoço tentador e seus seios mal cobertos pela blusa
fina. Passeei minha mão por sua barriga chegando abaixo na borda delicada de
sua calcinha e pressionei lentamente para baixo em direção a sua entrada.
Divertindo-me com a sensação de sentir suas dobras aveludadas pela primeira
vez, enfiei um dedo dentro dela, dois dedos então, profundamente em seu sexo
pulsante.
Oh Deus, ela estava tão molhada.
Vi-a rolar os olhos e perder o fôlego. Sua pulsação
estava descontrolada em minha mão. Eu a acariciava.
Caralho.
Ela era tão bonita e macia.
Meus dedos estavam ensopados, eu os deslisava
facilmente. Fluxo e afluxo, ela ofegava ruidosamente junto comigo. Suas mãos
estavam apertadas em meus cabelos, na minha nuca. Massageei o pequeno e
delicado botão com o polegar e ela gritou meu nome. Eu estava perdido. Eu puxei
nossas mãos disponíveis juntas e continuei minhas ministrações com a outra. Ela
tinha os olhos fechados, a pele enrubecida e a boca levemente aberta. Perfeita,
a beijei sugando sua lingua pequena pela primeira vez. Ela estremeceu debaixo
de mim e apertou seu sexo em meus dedos. Ela estava gozando. Seu sexo pulsava e
apertava meus dedos fortemente. Seu líquido escorria por meus dedos me
queimando de luxuria.
Quando sua respiração voltou ao patamar aceitavel,
retirei minha mão ansiosamente enfiei na boca provando-a.
Nada em meu século de existência poderia ter me
preparado para o gosto do sexo de Bella na minha língua. Na minha boca. Na
minha garganta.
Lutei determinado a manter o contato visual, mas foi
demais. Meus olhos reverteramna o fundo de minha cabeça. Minha mente foi num piscar
para a única vez que eu tinha provado o sangue dela. Senti o início de um
frenesi animalesco familiar construir na boca do meu estômago enquanto eu
avidamente chupava seus sucos de seus dedos um por um. Não foi suficiente.
Mais.
Meus olhos estavam selvagens com a necessidade de ter
mais de Bella, escuros com a luxúria. Eu precisava de mais. Eu precisava
consumi-la.
Senti-me como um monstro. E ainda pela primeira vez em
um século, eu me senti completamente humano.
"Você mudou". Ela afirmou com a voz acanhada.
Não era uma pergunta.
"Sim".
Como se ela pudesse ler minha mente, ela forçou meus
olhos frenéticos e encará-la.
"Mais", ela ordenou.
Oh, merda!
Eu estava desfeito.
Eu não a merecia. Mas ela estava me oferecendo mais, e
eu não poderia de recusar.
Eu agarrei sua bunda mais forte do que eu pretendia e prendi
suas coxas firmemente em torno de mim, estremecendo com a fricção deliciosa de
seu centro úmido esfregando contra meu pau duro.
Eu não poderia retardar os meus pensamentos, meus
movimentos. Eu estava desesperado para tê-la. Para tomar o que ela estava
dando.
Mais.
Na minha pressa, eu achatei sua forma frágil no colchão.
Agarrei os pulsos finos e prendí-os acima de sua cabeça com uma mão. Minha
outra mão fez um rápido trabalho na camisa a deixando em farrapo, expondo a
clavícula delicada.
Mais.
Eu mantive os braços firmemente presos por cima da
cabeça antes de dobrar meu pescoço e arrastar minha língua ao longo do cume
perfeito de sua clavícula.
Eu sufoquei um gemido de êxtase. Minha ereção dolorosa
pulsava esfregando na parte baixa mal-vestida de Bella.
Ela lutou para retirar sua mão presa e notando o que
ela queria permiti. Imediatamente ela voou para o botão de minha calça.
Seus olhos eram suplicantes
“Tire-a Edward.” Eu não sabia se conseguiria ir tão
longe sem prejudicá-la. Era um impasse.
Peguei sua mão errante e a coloquei presa novamente no
alto da cabeça com um rosnado.
Mais.
Como minha mão
livre a tirei rapidamente ficando apenas com a boxer preta.
Ela se contorcia
e se esfregava em mim, ela fechou os olhos e mordeu os lábios inocentemente da
forma mais sensual possível a alguém.
Peguei seu rítmo e me para frente e para trás em sua virilha,
nossas roupas intimas finas o suficiente para sentirmos o frio e o quente se
misturando.
Eu estava tão perto.
"Deus, Edward. Não pare," ela implorou.
Eu podia sentir o êxtase se construindo a partir de
meus dedos dos pés enrolados, subindo até minhas coxas, e parando na boca do
estômago.
Eu precisava de mais.
Soltei suas mãos e desci minha boca por seu torso nu
até encontrar sua entrada coberta pelo fino algodão. Respirei de boca aberta
abocanhando seu sexo e sentindo seu gosto enlouquecedor. Ela gemeu estremecendo
quando minha respiração fria entrou em contado com seu centro muito aquecido.
Agarrei minha ereção e bombeei rapidamente.
Acelerei meus movimentos então, simultaneamente, apertando
os lábios contra seu clitóris enquanto respirava seu gosto. Senti meus olhos rolarem
na minha cabeça, e vi vermelho enquanto ela se contorcia sob minha boca.
"Oh Deus, Edward," Ela gemia, "Eu
vou...".
E eu fui junto com ela.
Gritando e se contorcendo, ela apertou os calcanhares
em minhas costas, meus cabelos firmemente atados a suas mãos. Meu corpo estremecia
se despedaçando, destruído, com a intensidade do meu clímax.
Fiquei ali ofegante em silêncio por um longo momento
antes de olhá-la. Ela se apoiou nos cotovelos para me ver. Descancei queixo no
cós de sua calcinha, enquanto ela olhava para mim com o mais doce, mais
orgulhoso e mais erótico olhar que já vi.
Meu peito arfava enquanto eu olhava para ela adorando.
Meus membros sentiram-se moles, minha cabeça mais leve que o ar que nos rodeava.
"Uau", eu sussurrei.
Ela me puxou até que seu corpo descansou apoiado ao meu
lado. Ela deslizou os dedos sobre meu abdômen antes de acariciar minha bochecha
com o polegar.
"Você é tão bonito." Ela murmurou.
"Vou te beijar". Eu disse respondendo.
Sua expressão mudou de orgulho e admiração à cobiça e
luxúria. O beijo foi com fome, áspero. Necessitado e cheio de gemidos vindos de
nossas bocas enquanto uniamos nossos lábios e línguas juntos.
"Bella." Cantei o meu nome entre beijos.
"Bella. Bella. Oh, Bella."
]Ela beijou meu
queixo, meu rosto, meu ouvido. "Deus, eu senti sua falta." Lambi seu
pescoço, enchi sua clavícula com beijos, antes de passear meu polegar através
de seus seios chegando ao umbigo.
Ela vacilou rindo.
"Você é sensível", eu ri. Seus olhos cintilaram.
"Por que eu não sabia disso?"
"Porque você nunca me fez cócegas", Bella
sussurrou. "Você nunca se deixou descobrir."
Suas palavras foram como um soco na cara. Claro. Eu nunca
me permiti tocá-la, conhecê-la intimamente. Um lampejo de dor brilhou em seus
olhos.
Apertei-a mais em meu peito.
"Eu estou pronto para aprender." murmurei.
Muito cedo ela foi se afastando.
Ela olhou para mim antes de colocar dois beijos doces
em meus lábios. Eu estava com medo do que viria a seguir - que ela quisesse
falar.
Debrucei-me sobre ela, acariciando sua barriga um pouco
com meus lábios, viajando até o cós da calcinha. Meus olhos pegaram de leve por
baixo da calcinha na parte inferior do seu osso ilíaco, próximo a virilia e ao
púbis uma marca de cor grafite pequena. Inspecionando-a mais de perto agora,
descobri que era claramente uma tatuagem. Eu só podia ver a sombra da marca – parecia
delicada e feita de pequenas letras.
Suas unhas acariciavam meu couro cabeludo
deliciosamente enquanto eu descançava meu rosto em seu abdomem. Ela estava quase
adormecendo novamente.
Eu sorri, imaginando Bella entrando em um estúdio de
tatuagem. Eu tinha me apaixonado por uma menina, ela se tornou uma mulher. Cada
bela e importante parte seu eu tinha sido preservado, mas reforçado com uma
sexualidade confiante.
Eu ansiava por saber tudo de uma vez - conhecer todas
as formas em que ela havia crescido, evoluído ao longo dos anos. Meus olhos
estavam cravados nas pequenas letras detalhadas sob sua calcinha. Meu cérebro
incessantemente circulava em torno dela.
Houve um tempo em que cada movimento, cada palavra de
Bella era tão previsível para mim quanto o nascer do sol. Suas ações tinham
sido uma vez, uma segunda natureza para mim. Agora, enquanto eu olhava para aquele
pequeno mistério a minha frente, eu estava confuso tentando adivinhar por que
no mundo, esta nova Bella fez uma tatuagem.
De repente eu estava desesperado para saber – ter um
vislumbre da vida que ela levou na minha ausência.
Acariciei o local e ela recuou.
Bella puxou o edredom até o queixo e fugiu para trás
até encostar contra a cabeceira da cama.
"Bella?", eu disse suavemente.
Ela ficou em silêncio.
"Bella?", eu implorei minha voz marcada pelo
desespero. “O que foi.” Eu olhei para ela, apenas para descobrir a cabeça
inclinada em direção ao teto, com os olhos piscando em rápida sucessão.
"Olhe para mim. Por favor."
Sua cabeça caiu para seu peito enquanto ela lançou uma
respiração instável. Ela levantou a cabeça lentamente, e quando seus olhos
encontraram os meus, um rubor se espalhou por todo seu rosto.
"O que é isso?" Eu perguntei, olhando para
seu quadril.
"Você sabe o que é", respondeu ela, sua voz sem
emoção. “Uma tatuagem.” Ela apertou o edredom mais forte.
Olhei para ela, sem piscar, querendo que ela me
explique sua reação. “Deixe-me ver?” Pedi. Ela fez que não.
“É pessoal.” Ela encerrou o assunto.
Eu percebi que não adiantaria o lado físico se nós não colocássemos
tudo em pratos limpos.
Levantei-me e vesti minha calça rapidamente. Sentei-me
a baira da cama próximo a ela e acariciei sei rosto colocando alguns fios atrás
de sua orelha.
"Ok, tudo bem, não precisa me mostrar”. Ela
provavelmente fez para o garoto com que ela saiu no Havaí ou outros, quem sabe.
Estremeci com a idéia.
Senti que o muro que havia desmoronado antes estava de
volta. Alguns minutos depois ela começou.
“Onde você esteve Edward?”
“Porque Alice não fala mais com você, porque ela
decidiu que não quer mais ver seu futuro?”
Suspirei. Era hora de confessar meus pecados.
“Paramos de nos falar a três anos quando voltei do
Havaí.” Olhei pra ela com cautela.
“Você foi ao Havaí?” Ela perguntou desconfiada.
Então sem muitos detalhes sobre como eu a vigiei como
um perseguidor e assisti sua noite de amor com o outro. Eu disse a ela o
necessário.
Apenas que quando percebi que ela tinha seguido em
frente eu retornei a Forks, estava deprimido e Alice estava interferindo nas
decisões que eu estava tomando.
“Quais decisões?” Eu olhar agora era duro.
“Eu resolvi ir embora com Tânya.”
Ela se levantou e foi em direção ao closed, voltou um
minuto depois vestindo uma camisa branca de malha que ia até os joelhos.
Cruzou os braços em frente ao corpo. “Explique-me
novamente, pois não entendi.” Ela estava furiosa.
“Você foi ao Havaí no meu aniversário de vinte anos. Um
ano depois que eu parti. Chegando lá você deduziu que eu tinha seguido em
frente sem ao menos falar comigo. Voltou pra Forks e brigou com sua melhor
amiga e irmã por que ela não concordava por você querer ir embora com outra mulher.”
Ela fechou os olhos apertando os braços em torno de si.
"Deus, Bella. Sinto muito. Sinto muito. Sinto
muito. Sinto muito." Eu balbuciava, perdendo a conta de quantas vezes eu
repeti o refrão.
Ela abriu os olhos e quando ela falou de novo, seu tom
estava suplicate. "Pare com isso, Edward. Por favor. Apenas pare."
“Eu quero saber. Não, eu preciso saber os detalhes.” Ela
se sentou na cama subindo novamente o Edredom até o queixo.
“Estou esperando. O que você viu no Havaí que te fez
querer deixar sua familía e ir embora com... Tânya?” O nome soou amargo em sua
voz.
Então eu contei em detalhes os dois dias que estive lá.
Para não constragê-la mais eu deixei claro que não fiquei para assistir sua
intimidade com aquele rapaz. Quando terminei a olhei esperando.
As lágrimas escorriam pelo seu rosto corado antes de cair
manchando o Edredom sob seu maxilar. Seus olhos, finalmente expressivos,
transmitiu a angústia que eu esperava, mas para o qual eu não poderia ter sido
preparado. A tristeza que infligi foi demais para suportar.
Meu estomago se apertou mais uma vez.
“Quando voltei, eu estava tão desesperado e minha
familia me pressionava a te dar outra chance.” Apertei a ponte do meu nariz. “Eu
só queria esquecer a visão de você nos braços de outro.”
Levantei-me e fui em direção à janela ainda escura. “Alice
teve uma visão que eu não sei qual foi e surtou quando a mesma desapareceu após
minha decisão de estar com Tânya. Ela me atacou e me provocou me dizendo o
quanto eu era burro e tolo por ao menos querer saber os fatos. Mas o que havia pra
saber, eu já tinha visto não é?” Meu tom foi acusatório.
Eu precisava dizer isso. Ela precisava ouvir.
“Você me julga por tão pouco, você me vê tão baixa. Os
sentimentos da humana não são tão fortes quanto os seus não é mesmo Edward.”
Seu tom era cáustico. Nocivo.
Ignorei seu sarcasmo, cansado de sua deflexão.
“Não Bella, claro que não. Eu sinto muito se soou assim
aos seus ouvidos. Não foi o que eu quis dizer. Você tem todo o direito de
dormir com quem você quiser. Eu nunca vou interferir em suas decisões.” Falei
tentando acalmá-la.
"CALA A BOCA EDWARD!" Ela gritou, e
foi um barulho animalesco, estridente e gutural de uma vez. Ela apertou seus
ouvidos e os olhos bem fechados. “CALA A PORRA DA SUA BOCA. Você seu filho de
uma puta arrogante e soberbo. Você sempre sabe de tudo não é mesmo? Tem
resposta pra tudo. Deus. Como eu te odeio nesse momento.”
Eu calei atordoado pelo volume e ira em sua voz. Seus ombros
tensos com o esforço antes que ela tirou as mãos das orelhas e relaxou.
Ela saltou da cama, com o rosto pintado de repente no
tom magenta de sua raiva. Lentamente ela caminhou para perto da janela. Ela
parecia uma predadora, uma deusa da vingança vindo em minha direção.
Ela olhou para mim, seu batimento cardíaco diminuindo e
o rubor deixando o seu rosto. Ela estava fria. "É tudo verdade? Tudo
isso que você me falou?"
Eu balancei a cabeça afirmando. “O que mais.” Ela sabia
que havia mais. “Diga Edward, diga por que Alice não olha mais para você.”
“Eu tentei matá-la. É o que você quer saber? Minha
natureza monstruosa? Pois bem, ai está. Eu ofendi e magoei cada membro da minha
familia antes de sair com Tânya. Eu queria que eles me deixassem em paz, eu
queria que você me deixasse em paz. Ok?”
Os dados foram lançados.
Eu estava desequilibrado.
"Bella", eu comecei, rangendo os dentes. Minhas
mãos nos bolsos, comprimindo minhas coxas duras através do tecido da calça.
"Eu lhe devo um pedido de desculpas. Devo-lhe muito mais do que
isso."
Ela riu de mim sem humor.
"Edwa" tentou interromper.
"Não, Bella, deixe-me terminar.” Pela primeira
vez eu assobiei.
"Percebo agora que você nunca entendeu essa face
na nossa espécie. O animal em nós." As palavras saíram com pressa, como se
eu, de repente quisesse nada mais do que trazer para esta conversa para fim rapidamente. "Eu levei vantagem sobre você. Você não tinha noção de onde
estava se metendo quando se envolveu comigo. Com minha familia. Você era jovem,
queria coisas da vida que eu não estava preparado para oferecer e outro estava.
Eu entendo."
Ela zombou. "Meu Deus, Edward. Eu sabia que você era
propenso a presunção, mas Jesus. Não se dê tanto crédito. Eu posso ter
sido um pouco cega em relação a você, ter te colocado em um pedestal de merda que você
não merecia, mas eu certamente sabia o que estava fazendo. Eu sabia onde estava
me metendo. E as consequências disso."
O quê?
O silêncio no quarto era assustador, aterrador.
"Bella", eu sussurrei. Era um fundamento. Um
arrependimento. Isso foi há três anos. As coisas agora são diferentes. Vamos
prosseguir daqui.
Quantas vezes eu tinha praticado o meu pedido de
desculpas, eu nunca tinha imaginado que seria desta forma. Nunca pensei que
minha ereção latejante prejudicaria minha cabeça. Ou que o último vestígio de
veneno que rodou na minha boca estaria misturado com o gosto da excitação de
Bella. Minhas preocupações com o meu discurso foram cortadas.
Eu não podia ler sua mente, mas eu sabia que estava por
vir. Era como se ela sentisse tão profundamente, tão completamente, que o
sentimento escorreu para fora de seus poros e me deu um tapa na cara. Como se,
combinado com o sangue e sexo, eu podia sentir o cheiro seu desgosto no ar. O
aroma resultante foi tão insatisfatório, tão medíocre, que eu fechei os olhos
por um breve momento para beber, eu merecia. Ainda antes de abrir meus olhos e
olhá-la. Eu era um bastardo arragante mesmo.
Ela cerrou os olhos, antes de inalar profundamente.
Quando ela os reabriu, seu olhar era frio.
"Eu vou te dizer uma coisa, Edward."
Qualquer coisa. Diga-me qualquer coisa. Eu pensei
desesperado.
"Você precisa dar o fora do meu quarto. AGORA."
Fiquei em silêncio enquanto eu olhava para ela, com o
coração pesado tentando em vão me acalmar.
Quando ela começou de novo, sua voz estava
estranhamente calma. "Você fica aí justificando suas ações e me acusando
de dormir com outro. Você tenta fazer eu me sentir culpada por me entregar facilmente.
Por ser capaz de separar sexo e..." Ela desviou o olhar e engoliu em seco uma
vez antes de terminar. "e amor." Fez uma pausa e inclinou a cabeça
ligeiramente enquanto falava, "Mas antes de me julgar, você pode querer se
perguntar de quem realmente é a culpa."
Ela voltou para a cama e se deitou apagando o abajur
aceso na mesinha ao lado.
“Dê o fora Edward. Saia agora, antes que eu peça para
seus irmãos virem aqui te enxotar.” E se virou para o outro lado.
O0 ~ 0O
Eu saltei a janela e cai graciosamente nos meus pés. Eu
virei e me permiti olhar para seu quarto persistentemente antes de correr para
a floresta densa.
Jasper estava
esperando por mim a alguns quilômetros da casa. Como ele sabia aonde eu iria?
Alice é claro. Bom, pelo menos agora ela não está fingindo que eu não
existo.
Eu não queria
brigar. Eu queria tempo para resolver o que eu faria a respeito da minha
situação com Bella. Ela tinha razão em tudo que ela disse, mas isso não exclui
o fato de que eu a amo e vou lutar por ela. Eu não vou abrir mão disso. Mesmo
que tenha que enfrentar meus irmãos.
Ele se aproximou de mim com cautela num primeiro
momento, empurrou as mãos nos bolsos, torceu os lábios, seus olhos estavam apertados
em concentração, me sentindo, avaliando. Quando ele fechou a distância entre
nós, a sua postura já era descontraída e seus lábios se voltaram para cima em
um sorriso malicioso.
Uau Edward! Mas que inferno... Ele arregalou os olhos. Seus
pensamentos eram tumultuados e cheios de imagens de Bella em roupa íntima,
dormindo, se trocando no quarto dela no Havaí... Como assim ele tinha visto
minha garota nesses termos?
Eu não gostei
do rumo que sua mente estava tomando. Um leve rosnado subiu do meu peito.
Ele olhou para baixo ainda sorrindo, e eu percebi que
ele estava olhando para o meu punho apertado ao meu lado.
Merda.
Claro,
ele podia sentir o cheiro dela em meus dedos, em mim todo. Oh inferno, eu mesmo ainda estava meio delirante por
causa disso.
Enfiei minha mão no meu bolso.
"Não foi assim" eu comecei, na defensiva.
"Eu sei, eu sei", ele interrompeu. "Nós
ouvimos tudo, pelo menos a essência. Você quer falar sobre isso?"
"Eu estou muito sobrecarregado. Eu não poderia
mesmo explicar-me," eu soltei.
"Então ela te chutou para fora." Não era uma
pergunta. Eu apenas afirmei com a cabeça.
Jasper levantou uma sobrancelha diante do meu silêncio.
Vá em frente. Continue.
"Eu nunca a vi tão furiosa, Jaz. E claro que ela está confusa. Ela
chorou. Gritou. Disse-me para calar a boca. Para dar o fora."
Ele sorriu. Essa
é a minha garota.
“Ela disse ‘Porra’
e xingou e falou sujo como um caminhoneiro?” Eu ri sem humor.
"Sim, bem, ela não tem dezoito mais." Você terá que se acostumar.
Eu notei.
Ponderei descontente.
A mente de Jasper se voltou para imagens de Bella
falando apaixonadamente sobre direitos humanos e política. Tudo que a fazia uma
grande jornalista. Assuntos sérios como distribuição de renda e comida para os
países do terceiro mundo, querras e protecionismo das grandes nações. Imagens
dela sentada com as pernas cruzadas sobre a cama em uma madrugada qualquer.
Copo de café fumegando ao lado, lábios carnudos. Cachos emaranhados. Decote tentador
em uma camisa de malha velha e rasgada. Óculos para leitura de aros de metal...
Eu atirei-lhe um olhar maligno. Ele a achava pra lá de sensual.
Desculpe. Ele encolheu os ombros, eu não pude
evitar. "Então, ela estava chateada. Chutou você para fora... e?" Ele
desconversou.
Eu balancei a cabeça.
"Mas isso não era tudo." Ele afirmou isto
simplesmente, buscando explicação ao invés de confirmação.
"Não, isso não era tudo", eu admiti. Fiz uma
pausa, recordando com grande clareza a intensidade, a paixão, a ligação que eu
senti quando a tinha beijado, sentido, provado dela.
"Ela me beijou." Senti meus de lábios
involuntariamente curvarem para cima, quando falei.
"Deus, Jaz, eu - eu realmente a toquei."
Eu passei minhas mãos em meus cabelos, balançando a cabeça levemente.
"E? Como
você está se sentindo sobre tudo isso?”, perguntou ele.
"Eu não sei", Eu disse honestamente. "Eu
deveria estar me xingando. Depois de tudo que eu fiz, eu não podia sequer pedir
perdão corretamente. E ainda por algum motivo. Eu sinto..."
Eu parei, procurando as palavras para descrever os
pensamentos girando em minha mente, as sensações percorrendo meu corpo. Eles eram
quase totalmente estranhos para mim, ainda tingidos com uma familiaridade
dolorida. Apertei os olhos fechados, revivendo os eventos da noite e tentando,
em vão, identificar exatamente como me senti.
Jasper mostrou uma bola de football* americano que eu
não tinha notado atirou-a para mim. Apanhei-a um milímetro da minha orelha.
"Você está feliz, Edward." Passou
tanto tempo coberto de sentimentos negativos que não reconhece a felicidade
quando vê.
O olhei intensamente. “Porque você está aqui comigo?
Porque não está com raiva de mim como todo mundo?” Eu estava genuinamente
curioso.
“Você é meu irmão.” Era um fato. “Eu amo você, mesmo
você sendo um burro às vezes... e eu posso sentir o que você sente. Na maioria
das vezes eu não ouço o que você diz e sim sinto o que você sente. É o
suficiente pra mim.” Ele deu de ombros e sorriu. “A maioria das merdas que saem
da sua boca não condizem com o que você sente.”
Joquei a bola nele e ele gargalhou.
O0 ~ 0O
Nós decolamos juntos, rumo ao oeste para fora dos
limites da cidade. Eu não conseguia lembrar a última vez que tive o prazer de
correr por correr – pela sensação do vento cortando fortemente contra o meu
rosto e o efeito do ar em meus ouvidos enquanto eu empurrava meu caminho
através dos pinheiros finos.
Eu estava feliz.
É claro que Jasper sabia minhas próprias emoções melhor
do que eu. Mas mesmo que eu confiei que ele estava certo, o sentimento era tão
novo, tão estranho, eu ainda estava lutando para aceitá-lo.
Eu não tinha direito de ser feliz.
Não enquanto ela estivesse ferida. Confusa. Furiosa.
Mesmo assim, não havia como negar isso. Eu estava feliz
e...
...Ela ainda estava lá.
Eu senti desde o momento em que a puxei para dançar
naquele bar. Enquanto eu estava no quarto dela, a poucos metros de seu corpo adormecido,
a mesma pulsação elétrica que sempre acontecia quando estávamos próximos. Vinha
desde o primeiro dia em que ela entrou na minha vida e ainda cantarola e estala
entre nós.
No momento em que suas mãos ardentes me tocoram eu
sabia. Apesar de sua raiva, as lágrimas, ela sentiu o mesmo.
Ela tinha me tocado. Ela tomou a iniciativa apesar
de tudo. Eu não consegui parar o sorriso que dividia meus lábios.
Meus pés mal registravam o chão sob eles enquanto eu voava
mais e mais rápido através da periferia Vancouver e a meio caminho da fronteira
canadense.
Ela me beijou.
Empurrei para frente, aumentando a minha velocidade
enquanto subíamos uma ladeira íngreme, no sopé das montanhas altas que nos
rodeavam. Eu não sabia se Jasper ainda estava comigo.
Eu tinha tocado nela.
Provei-a.
Neste último pensamento meu corpo pareceu perder sua
orientação sobre a terra. Meus músculos esticados e queimando através do
esforço que foi, mesmo para mim, sobrenatural. A velocidade era demais até para
meus próprios sentidos aguçados. A paisagem desbotada correndo a uma mancha de
verde e marrom. Terra e folhas.
Corri mais de uma hora. Quando a cores do vôo mudaram
de lama e musgo para o azul fresco do céu e branco da neve a meus pés, eu
retardei a corrida. Já tinha muito tempo desde que Jasper me abandou em meu
abrir de olhos, ele sabia onde eu estava indo, ele me seguiria.
Ao alcançar o meu destino, sentei-me no meio da bacia
de neve. O sol batia de um céu de cobalto, e embora minha pele brilhasse como o
cobertor branco debaixo de mim, o tom parecia quase humano em comparação. Maravilhado,
eu fechava e abria minha mão enquanto eu a observava brilhar ao sol.
Em mais de 80 anos, Bella foi o único ser humano que eu
tive a inclinação para realmente tocar, abraçar, beijar. Eu nunca tinha
dado muita atenção às minhas mãos antes que ela entrou em minha vida. Mas logo
depois, eu tinha começado a odiá-las, ter medo delas. Com Bella perto
elas não eram apenas minhas mãos, mas armas capazes de esmagar-lhe os pulsos ou
quebrar sua coluna com um único movimento.
Mas esta manhã, elas foram gentis, acariciava-a com
amor. . . Encheu-a completamente.
Não, não completamente.
Senti-me endurecer, recordando a euforia de tocar Bella
- lá - Pela primeira vez. Minha lembrança preferida. Seu cheiro ainda
irradiava de meus dedos como se tivesse permanentemente cravado em minha pele.
Fechei os olhos. Cobrindo o nariz e a boca com minha mão, eu respirei fundo.
Bella.
Como ser humano, eu nunca tinha experimentado a alta
inebriante das drogas. Mas quando eu respirei a excitação potente de Bella – quando
se cheiro correu pela minha boca e pela minha garganta - eu entrei num estado
de semiconsciência sublime. O sentimento foi comparável apenas ao nirvana divino
de saborear seu sangue delicioso. Era como se cada parte sua - seu sangue, seu
corpo, sua mente, sua alma, mesmo o cheiro de sua excitação - tivessem sido
projetados especificamente para mim.
Minha epifania foi interrompida pelo avanço de Jasper juntamente
com Emmett. O ritmo era lento para nossa espécie. Emmett tinha que ser
cauteloso. Eles me olhavam com olhos arregalados de choque, vieram correndo em
minha direção.
Edward, que porra foi essa? Quero dizer, todos
nós sabemos o quão rápido você é, mas Jesus. Mesmo para você… Jasper
pensou em admiração.
Percebendo que eu estava preocupado, seus pensamentos
silenciaram.
"Fale comigo Edward. O que é?" Perguntou ele.
"Ela foi feita para mim." Eu disse
estupefato. Emmett gargalhou bem alto espantando várias aves ao redor que
debandaram em revoada.
Jasper agachou-se ao meu lado, seus olhos me insitando
a continuar.
"Ela é minha cantora, Jasper. Por muito tempo eu
tenho visto isso como uma tragédia." Olhei para o meu punho fechado,
balançando a cabeça. "Mas é exatamente o oposto. Ela foi feita para
mim. Ela pertence a mim. Nós nos pertencemos".
Jasper sorriu e Emmett bateu a mão no meu ombro, ambos me
olhando com condescendência.
"Eu sei Edward. Nós sempre soubemos.”
Baixei os olhos, lembrei-me do sofrimento que eu tinha
infligido a minha família em minha teimosia e recusa em ouvir os seus apelos ao
longo dos anos. Eu sabia que Jasper tinha suportado um tipo especial de dor.
"Eu tenho sido um tolo, Jasper. Fiz todos sofrem
sem razão, Me perdoe." Me voltei para Emmett que estava sentado num banco
de neve próximo. “Perdoe-me de coração.” Embora eu tivesse dito isso antes, a
convicção em minha voz desta vez foi mais nítida, clara.
Eles não falaram nada, mas me deram um olhar simpático.
Eu sei Edward. Emmett pensou. E agora eu sei que
você quer dizer isso.
Eu sabia que com Jasper, não havia necessidade de um
pedido de desculpas formal. Ele podia sentir meu arrependimento. Ele se
levantou e sorrindo, apertou minha mão me puxando para os meus pés.
"Deus, eu perdi tanto tempo." Eu suspirei, e
por vários minutos, todos ficaram quietos sem falar.
Perder tempo.
Era uma frase
simples. Os seres humanos a usavam todos os dias.
Minha família
nunca o fez. Viviam intensamente tudo que era proposto.
Minhas palavras
pairaram no ar pesado entre nós. Eu tinha desperdiçado anos. Anos da vida fugaz
de Bella que poderiam ter sido passados juntos.
Anos que eu deveria ter amado-a, adorado-a. Vivendo todos os momentos e
realizaçãos dela.
"Sim, Edward. Mas você não pode permanecer no
passado. É hora de parar de punir a si mesmo, irmão. Seguir em frente sem
fugir. O importante é onde você está agora. Agora é hora de tomar uma decisão.
O que você vai fazer?" Jasper cutucou.
"Não existem mais decisões. Eu estou impotente
diante do que sinto. Eu tenho que lutar por ela. Reconquistá-la”.
“Até que enfim!!!” Emmett jogou os enormes braços pra
cima e bateu palmas por sobre sua cabeça. “Já era hora do menino emo dar o fora
e o homem fazer uma aparição.” Ele sorria abertamente. “Ela já não é mais uma
garotinha Eddie, é uma mulher agora que precisa de um homem ao lado dela.
Porra!!! Ela é mais fodona e legal agora do que antes.” Seus pensamentos eram
carinhosos. “Minha MiniMac.” A tensão tinha sido quebrada por seus gracejos.
“Que apelido ridículo é esse que você deu a ela Emmett?”
Eu estava curioso.
“Ridiculo nada. Real.” Ele se empolgou e começou a
gesticular exageradamente. “Sabe aquela lanchonete humana. MacDonald’s? Pois é.
Uma vez a uns dois anos Bella estava histérica. Ela queria por que queria um BigMac.
Ela falou disso por semanas. Seu carga de trabalho estava tão grande que ela
não conseguia tempo para buscar um.Um dia então nós fizemos uma encomenda
especial pra ela. Alice puxou algumas cordas e ela teve entregue em sua casa
uma dúzia daqueles nogentos sanduiches e milkshakes. Passamos dois dias com
Bella só comendo isso Bro. Era facinante de ver. Ela grunhia e gemia a cada
mordida.” Seus pensamentos ficaram lacivos e eu mandei um punhado de neve na
cara dele.
“Cuidado.” Eu adverti. Emmett me ignorou e continuou.
“Como eu dizia, ela grunhia e gemia e eu não entendia o
que poderia ser tão bom. Bella me explicou que de todas as comidas humanas, o
BigMac era um dos melhores. Eu rir e falei pra ela se o BigMac era tão bom
então ela era um MiniMac. Entendeu? MiniMac... BicMac.” Ele balançava as mãos
fazendo a associação entre um e outro. Eu continuei sério o encarando enquanto
Jasper rolava de rir ao meu lado.
“O quê? Ela é gostosa pra caralho Bro só que Mini. Você
concorda né?” Ele esperou a resposta. Eu suspirei e balancei a cabeça para
espantar a idiotice da situação. Só Emmett para pensar essas coisas. Eu ri.
Venha vamos jogar. Quero te dar uma surra. Jasper
pensou.
“Vamos
Emmett, vamos jogar.” Chamei meu irmão. Ele esfregou as mãos se
levantando.
“Não estou em
melhor forma, mas ainda posso bater a bunda bonita dos dois no chão ao mesmo
tempo.” Nós sorríamos um pro outro como nos velhos tempos.
O0 ~ 0O
No início, foi estranho – Estávamos jogando como nos
velhos tempos, mas havia ainda uma estranheza entre nós. À medida que o jogo
ficava mais intenso e a disputa mais assirrada, eu encontrei-me relaxando, me
divertindo pela primeira vez em anos. Apesar de Emmett ter um balanço mais
forte, a minha velocidade me dava vantagem. Eu estava ganhando dos dois por
alguns pontos.
Quando Jasper viu que suas estratégias de jogo não o
estavam ajudando a vencer ele resolveu me desestruturar nas emoções. Imagens de
Bella ao longo dos últimos três anos me bateram vorazmente. Seus pensamentos
foram deliberadamente zombando de mim.
Emmett percebendo que a trapaça de Jasper deu certo se
juntou a ele. Um rosnado baixo retumbou no meu peito enquanto eu coloquei toda
a minha força para atirar a bola em direção a Jasper. Ela o ultrapassou e disparou muito além da
montanha diante de nós.
Jasper dobrou em risadas juntamente com Emmett.
"Bem, eu acho que esse otário é um caso perdido."
Eu não achei graça.
Ok, ok. Desculpe.
“Você é tão
dramático Bro.”
Eles riam de
mim. Eu perdi quando uma imagem conjurada por Emmett de Bella deixando a toalha
cair sem querer saindo do banheiro após o banho não sabendo que era observada.
O som que emanava do meu corpo não era suave ou baixo.
O rosnado de raiva começou no fundo do meu estômago antes de sua erupção pela
minha garganta em um rugido selvagem. O barulho violento repercutiu nos picos
ao redor por alguns segundos enquanto todos olhavam atordoados.
“Viu?” Eles falaram em unisono. “Dramático.” Cairam na
gargalhada novamente. Tive que rir junto.
Embora eu soubesse a direção, eu tinha perdido a noção
da trajetória da bola.
"Será que eu perdi? Onde está a bola?" Perguntei
desorientado.
Os olhos de Emmett estavam cerrados enquanto ele gesticulava
para um punhado de pedaços marrons espalhados na neve imaculada que havia entre
nós.
"Não existe mais bola." Ele disse com
tristeza.
Sem jogo, nós caçamos. Apreciando a companhia uns dos
outros, eu tinha sentido falta imensamente dos meus irmãos. A camaradagem
tranquila, as brincadeiras inocentes.
Tomamos caminhos diferentes pela floresta,
cada um derrubou dois alces. Encontramos-nos depois de caçar e Emmett não tinha
seu sorriso característico no rosto.
"O que está errado Em?" Eu
perguntei. Ele parecia estar muito chateado com alguma coisa. Jasper o olhava
preocupado.
"A vida selvagem daqui é uma porcaria,
como vocês podem chamar de caça? Eles nem sequer nos provocam para uma luta. Eu
sinto falta dos ursos, já faz seis meses que comi um."
Ele disse tristemente. Eu não consegui
suprimir o riso que saiu contra a minha vontade. Jasper estava histérico ao meu
lado. Emmett inicialmente parecia chateado com nossa resposta, mas não
conseguiu evitar que os cantos da boca subissem também.
"É bom ter você aqui de novo,
mano", Emmett disse, dando tapinhas nas minhas costas. Eu balancei a
cabeça em resposta e lhe dei um sorriso. Minha família estava sendo ótima para
mim a maior parte do tempo, com excessão de Rosalie que estava irritada com os
acontecimentos recentes e me culpava por isso e Alice que me ignorva
absolutamente.
Os outros podem ainda não compreender as
decisões que me trouxeram até aqui, mas eles me perdoaram e me apoiaram.
Sentamos em silêncio por um longo tempo,
cada um de nós absorto em pensamentos e simplesmente apreciando a vista, foi quando
ouvimos um grunhido distante na floresta. Nossas cabeças se viraram
imediatamente combinando os sorrisos que enfeitavam nossas expressões.
“Leão da montanha!” Jasper gritou
decolando.
Emmett pulou antes de mim, mas eu era mais
rápido que os dois, eu não estava muito preocupado com o avanço deles. Corremos
escutando e percebendo o ar até chegar onde o barulho estava, revezamos em
tentar sabotar o outro para chegar à caça saborosa primeiro.
Eu bati na clareira onde o leão da montanha
estava alguns segundos antes de Emmett e Jasper e sem demora ataquei. Emmett pulou
junto e tentou tirar minhas mãos de cima dele, Jasper rosnava e tentava puxar
Emmett sem sucesso. Acabamos em uma luta, rolando no chão, cada um de nós tentando
obter vantagem sobre o outro. Eu tinha o benefício de ouvir os pensamentos e
saber o que eles planejavam fazer antes da ação, mas Emmett era mais forte do
que nós, então não era tão fácil demovê-lo fisicamente. Jasper era bom nas
estratégias e conseguia burlar os ataques de ambos.
Lutando assim por alguns minutos antes que
a realização a respeito do que deveríamos estar fazendo nos atingiu. Nós pulamos
para nossos pés e olhamos em volta percebendo que o leão da montanha foi o
vencedor e fugiu enquanto estávamos rolando no chão. Nós três nos olhamos com
olhos arregalados e explodimos em gargalhadas descontroladas pelo fato mais uma
vez. Estávamos sujos e amarrotados. Pedaços de ávores e raízes estavam espalhados
ao nosso redor.
"Vamos lá manos, vamos voltar para a casa. Eu acho
que fizemos estrago suficiente por um dia". Jasper nos abraçou pelos
ombros nos impulsionando pra frente.
Mesmo com os acontecimentos da noite passada eu me
senti mais vivo do que estive em anos. Uma vez saciados com mais alguns alces,
fomos a um ritmo leve de corrida de volta pra casa, rindo e relembrando jogos
passados. De repente eu me vi sentindo uma falta devastadora do resto da minha
família. Embora as coisas estivessem longe de serem perfeitas, eu me senti melhor
agora. Eu encontrei-me querendo lutar com Emmett, discutir por bobagens com
Rosalie, ajudar Esme com o jardim, conversar com Carlisle. Estar com
Alice. Ah Alice. Minha querida irmã. Eu tinha errado tanto com ela. O que eu
fiz para deixá-la tão magoada. Apesar de minha mente perfeita eu tinha uma
lembrnça confusa do dia em que brigamos. Eu iria consertar isso nem que fosse
meu último ato.
Nós estávamos apenas a uma curta distância da casa,
quando sentimos o cheiro de outro vampiro. Eu desacelerei para uma caminhada enquanto
cheirava o ar e olhava ao redor. Meus irmãos assumiram uma postura defensiva.
"Alexander," eu respondi os acalmando. “Um
amigo da Escócia.”
Jasper e Emmett diminuiram o ritmo, e se postaram ao
meu lado esperando que ele se revelasse.
"Meu amigo". A voz de Alexander saiu de trás
das árvores densas que rodeavam a propriedade Cullen.
“Jasper, Emmett, esse é Alexander Iúri Romanov. Ele
vive na Escócia e estava curioso a respeito de nossa família. Eu o convidei
para passar um tempo conosco.” Sorri, o indicando a meus irmãos.
Ele é um Íncubo
Edward. Como se já não bastasse ter que aturar Tânya. Jasper pensou
exasperado.
“Podem me chamar de Álex. É um enorme prazer
conhecê-los.” Eles apertaram as mãos. Álex parecia genuinamente feliz em
conhecer outros vampiros vegetarianos.
Ele parece legal
Bro, um pouco triste. Lembra-me seu jeito emo de ser. Deve ser por isso que
vocês se deram bem. Emmett zombou em sua mente.
“Bom te encontrar Edward, resolvi caçar antes de
encontrá-lo, foi uma feliz coincidência.”
“Carlisle ficará feliz em saber que veio.” Voltamos
para casa em um clima agradável. Ao contrário de Tânya que fazia questão de
esfregar seu dom na cara de todos, Alexander era muito discreto. Jasper estava
agradecido por isso.
A manhã estava alta quando retornamos. Ao chegarmos
Bella ainda dormia. Tânya não podia ser vista em nenhum lugar da casa. Deve ter
ido caçar ou estava com raiva por eu tê-la deixado no bar ontem com Alice e
Jasper.
Todos estavam encantados com o novo convidado. Ele era
gentil e chamoso com as mulheres e atencioso e loquaz com os homens. A conversa
era agradável e corria solta quando percebi os movimentos do despertar de Bella
no terceiro andar.
“Bella está acordando.” Esme sinalizou me olhando com
piedade. Ela também tinha ouvido a troca entre nós noite passada.
“Temos uma amiga humana na casa como você deve ter
percebido.” Ela disse se voltando para Alexander, “Mas não se preocupe, ela
sabe sobre nós, aliás, é mais como se fosse nossa filha.” O termo era
carinhoso.
Alexander acenou com a cabeça. “Eu já havia notado pelo
cheiro.” Ele sorriu. Seus pensamentos eram tranquilos, mesmo tendo percebido
quão delicioso o cheiro de Bella era. “Deve ser uma humana especial para ter
sido acolhida como filha por vocês.” Carlisle iniciou um desfile de elogios a
Bella enquanto Esme se levantou para preparar o café da manhã dela.
Uma hora após Bella tomar um banho e seu café da manhã.
Alice a troxe para conhecer Alexander. Foi então que me dei conta que seria um
choque pra ele ver a semelhança entre minha Bella e sua Sophia. Mas já era
tarde. Bella era rebocada por uma Alice saltitante em direção a enorme sala de
estar.
Com elas ainda na escada Alexander se pós de pé em um
átimo de segundo. Suas emoções e pensamentos ficaram descontrolados. Então ele
voou em direção a Bella que estava atordoada com a rapidez em que tudo se
desenrolava. Todos estavam em polvorosa e o seguraram antes dele sequer a
tocar. Ela estava lívida de susto.
Na mente dos seis vampiros na sala, ele a estava
atacando, eu sabia que não.
Ele estava imobilizado no chão por Emmett e Carlisle.
Jasper estava encolhido nos degraus próximo a Alice que não entendia a gama de
emoções que estava incapacitando o marido. Eu estava postado na frente de Bella
em posição de ataque.
“Sophia... Sophia... Minha Sophia.” Ele falava e
pensava em sintonia.
Eu rosnei furiosamente em sua direção silenciando a
todos na sala.
“MINHA,” Eu
rugi.
Nota da Autora:
Desculpem a hora. Antes tarde do que nunca não é?
Eu queria fazer algumas alterações no capítulo a ele acabou gigantesco.
Espero que agrade.
Imagem do Capítulo:
Bola de FootBall americano que o garotos estavam jogando.
Até segunda pessoal.
Se você perdeu algum capítulo Click Aqui







Nenhum comentário:
Postar um comentário
Antes de comentar saiba que:
1. Você pode se Cadastrar com sua rede social para comentar é muito simples. Clique AQUI para saber mais.
2. Comentários, imagens e links ofensivos a Robert, Kristen ou ao trabalho realizado por esse fandom serão deletados e banidos.
2. Evitem usos de palavrões e confusões pois esses comentários serão deletados e colocados na lista de SPAM.
3.Links de sugestão de máterias por favor enviem para irmandaderobsten@hotmail.com ou no nosso chat.