domingo, 2 de janeiro de 2011

Love of the Seas- capitulo 18

Fui despertando lentamente, todos os sentidos se aguçando um a um. Primeiro o tato, a percepção de braços prendendo o meu corpo, depois a audição quando tomei consciência de um ressonar suave e familiar, seguido pelo olfato... O seu aroma másculo e delicioso invadindo a minha mente, por fim, abri os meus olhos para ter a visão do rosto lindo e adormecido de Edward a centímetros do meu próprio. Lembranças da nossa noite de reconciliação causaram arrepios pelo meu corpo e um tom levemente ruborizado em minha face. Como é possível amar com essa intensidade, eu não sei dizer, mas, que é muito bom... Ah!Isso é!

Tentei sair do abraço suavemente para não desperta-lo do seu sono, mas, quando me afastei ele resmungou ainda dormindo e seus braços se fecharam em volta de mim, impedindo que eu saísse.

Vendo que não conseguiria sair sem acordá-lo, toquei de leve com os dedos a sua face, fazendo um carinho até que ele abriu os olhos e me vi refletida aquele verde profundo que são os olhos de Edward. Sorri para ele que correspondeu me puxando mais para si e beijando de leve meus lábios e descendo até a curva do meu pescoço, rindo quando viu a minha pele arrepiar.

- Bom dia! – disse suavemente para ele.

- Bom dia, minha vida! – ele respondeu com voz rouca pelo sono.

- É muito bom estar aqui nos seus braços, mas, se não me deixar ir ao banheiro temo que nossa roupa de cama possa ficar molhada. – disse brincando. Edward soltou uma risada roupa e me deixou sair, dando uma tapinha nas minhas nádegas. Fiz a minha higiene matinal e voltei para a cama – Humpf! – ele soltou o ar fingindo sofrer com o meu peso quando me joguei por cima dele e ganhou um pequeno soco no ombro por essa encenação.

- Estou faminta!- eu disse e ele riu.

- Vamos providenciar o nosso café. - Disse levantando o braço e pegando o telefone para pedir o café na cozinha. Depois ele foi ao banheiro fazer a sua higiene, também. Quando Edward voltou, sentou ao meu lado na cama e pegou a minha mão. Sua expressão era pensativa.

- Bella, como você imagina o dia do nosso casamento? – quis saber

- Edward... Para ser sincera, ainda não pensei nisso. – respondi o mais honestamente possível. – Mas quero ver você vestido com o uniforme branco de Capitão esperando por mim. – acrescentei sorrindo. Ele sorriu também e fez um carinho no meu rosto.

- O que mais? – incentivou

- Ah... Eu vestida de noiva indo ao seu encontro e todas as pessoas queridas por nós presentes e testemunhando a nossa felicidade. – concluí.

- Você faz questão que seja numa igreja? – perguntou atento a minha reação.

- Não. Não faço. – respondi tranqüila – Mas, por que está me perguntando estas coisas? Aonde quer chegar? – perguntei.

- Hum... Você sabe que um Capitão tem poder legal para realizar casamentos? – ele perguntou e eu assenti – Eu estava pensando... O que você acha de casarmos no LOTS? – ele perguntou sorrindo

- Edward! Nenhum lugar poderia ser mais perfeito! – disse e vi o seu sorriso se alargar. – Sério! Aqui nos conhecemos e apaixonamos e aqui vivemos os momentos importantes nas nossas vidas... Casar no LOTS seria tudo! – disse animada.

- Claro que preciso reservar, com antecedência, um final de semana o LOTS para a gente... Pedir para o escritório entrar em contato com as agências cancelando no último final de semana, do próximo mês. Você acha que é pouco tempo para providenciar o seu vestido de noiva? – perguntou e eu ri.

- Amor, não é só o vestido de noiva. Isso eu consigo resolver em uma semana. - Temo os convites e uma festa para organizar. – disse e ele balançou a cabeça.

- Eu já pensei nisso. O escritório usará a gráfica que trabalha para nós, Conseguiremos os convites em uma semana após a aprovação do modelo. Posso pedir para eles enviarem na segunda-feira os modelos para você escolher. A festa, o buffet do navio se encarregará inclusive o bolo de casamento. - disse com um sorriso convencido.

- Humpf! Parece que você pensou mesmo em tudo! Isso significa que não tenho saída a não ser concordar? – perguntei fingindo indignação.

- Exatamente. – ele disse me abraçando.

- Esta bem. Então eu concordo – disse enlaçando o seu pescoço e dando o meu sorriso mais feliz. Edward me beijou uma, duas, três vezes... Quando os seus beijos passaram do meu rosto para o resto do corpo, eu parei de contar...

Passamos 24 horas de pura felicidade e amor e, logicamente essas horas passaram voando. Quando voltamos a NY eu pedi que Edward dormisse no meu apartamento para expulsar de vez o fantasma da dor que passei nos dias anteriores a nossa reconciliação. Fiquei feliz por ele concordar.

Quando chegamos ao apartamento, resolvi fazer nosso jantar. Não queria sair para comer fora. Queria ficar lá com Edward e fazer algo gostoso e caseiro para ele. Abri a geladeira e peguei os filés de peito de frango, temperei com limão, pimenta do reino, alho, molho Shoyo e sal. Coloquei no grill. Fiz um arroz branco e um creme de milho, rapidamente e, de sobremesa resolvi fazer um creme de limão super prático e saboroso, feito com uma lata de leite condensado, uma lata de creme de leite e suco de dois limões grandes. Bati tudo no liquidificador e levei a geladeira, para gelar. Edward preparou lindamente a mesa para nós enquanto fazia o jantar. Abriu um Prosecco que tinha na geladeira e serviu-nos uma taça. Ele ficou ao meu lado,conversando, auxiliando e fazendo um carinho. Edward era muito companheiro e eu apreciava essa característica dele. Ele elogiou muito tudo, comentando espantado como eu conseguira fazer uma comida e uma sobremesa tão saborosas em tão pouco tempo. Depois que comemos, ele colocou os pratos e talheres na lava-louças enquanto eu fazia um café.

- Eu consigo ver como será feliz a minha vida com você. Disse-me abraçando por trás. - Não me entenda mal, não quero que fique na cozinha sempre, mas, de vez em quando, não posso pensar em nada mais prazeroso do que ficar em casa com você e comer uma coisa feita pelas suas mãos lindas e competentes. – eu ri dos modos dele, mas, entendi que por trás daquele tom jocoso que ele usava, falava muito sério. Ele valorizava aquilo tanto quanto eu.

- Posso te provar que está errado sobre a parte de não haver nada mais prazeroso. – disse maliciosa, me virando e enlaçando o seu pescoço. Edward riu e me provocou... – O que poderá ser? – perguntou fazendo cara de surpreso. Estreitei os olhos. “Ah! Você quer brincar?” pensei comigo.

- Eu mostrarei para você... No quarto... Depois do café! Disse fazendo hora.

- Esquece o café – Edward disse me pegando no colo e levando rapidamente para o quarto.

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