domingo, 2 de janeiro de 2011

Love of the Seas- capitulo 13

Charlottetown, a capital da Ilha do Príncipe Eduardo, é a mistura perfeita de excitação urbana, vida rural e uma das cidades com qualidade do ar dos mais limpos, no Canadá. Enjoy a stroll on National Historic Great George Street; sit amongst the trees on Victoria Row; or shop on Queen Street.Existe aqui umaWith an eclectic mix of restaurants, pubs, and cafes, there is something for every taste bud. mistura eclética de restaurantes, bares e cafés, há algo para todos os gostos e bolsos. Community and city-wide festivals fill the streets nearly every week of the year, offering exhilarating options from world class music, theatre, comedy, gaming and sport. Comunidade e festivais por toda a cidade enchem as ruas quase todas as semanas do ano, oferecendo opções emocionantes da música mundial, teatro, comédia, jogos e desporte. Quando chegamos à cidade, estava acontecendo o DiverseCity – Um festival de Jazz e Blues. O interessante nisso é que o palco é montado ao ar livre e as pessoas podem desfrutar da programação. Fiz umas comprinhas nas charmosas lojas da Queen Street. Almoçamos num dos restaurantes com mesinhas na calçada e visitamos o Histórico Nacional Great George Street. A cidade não é muito grande e conserva o charme de cidade portuária, nas suas ruas casas em estilo vitoriano. Foi um passeio tranqüilo e agradável, mas, voltamos cedo para o Navio. O tempo de parada em Charlottetown seria muito menor do que foi em Québec.

Quando chegamos ao navio, fomos para a minha suíte. Edward abriu um refrigerante e colocou em dois copos com gelo e me convidou para ficar na varanda da suíte. Joguei-me em uma espreguiçadeira e suspirei de satisfação. Edward que estava na outra espreguiçadeira riu divertido dos meus modos mas, em seguida ficou pensativo.

- O que foi? – quis saber e ele fez uma pausa antes de responder

- Em, no máximo, uma hora estaremos zarpando de volta a N.Y disse com expressão séria.Suspirei de novo, desta vez com tristeza.Sabia que o meu tempo naquele cruzeiro era limitado. Eu vivi dias e noites mágicas ali, mas a vida real me exigia de volta.

- Daremos um jeito de conciliar, Edward. – disse mais para mim do que para ele.

- Claro que sim, amor! Eu entendo que você tem uma vida fora daqui te esperando com compromissos profissionais e tudo mais. - disse sorrindo para mim. Levantei e fui sentar no seu colo. Ele imediatamente me enlaçou nos braços.

- Minha profissão é muito importante para mim, Edward. Amo o que faço e não quero abrir mão, mas também, não quero abrir mão de estar com você.

- Tenho uma solução para a gente. – disse cuidadoso.

- Diga. O que é? – perguntei olhando para ele curiosa.

- Ficaremos juntos por uma semana a cada quinze dias... por um tempo limitado, até que me afaste do Love of the Seas. O que não deve demorar muito.

- Você... Deixar o navio? – arfei. - Edward, o LOTS é a sua vida!- disse surpresa

- Você é a minha vida, Bella. Posso viver sem o navio. - disse tranqüilo. Meus olhos se encheram de lágrimas. Ele não exigia que eu abrisse mão da minha profissão o que eu achava ótimo, mas, estava disposto a abandonar o seu navio para estar comigo! Sacudi a cabeça e ele me olhou sem entender.

- Não Edward. Não posso aceitar isso. Não quero que abandone o LOTS, nem começar nossa vida exigindo esse sacrifício de você.- disse firmemente

- Vamos tentar... Eu passo 15 dias em terra, cuidando dos meus compromissos profissionais em NY e 15 dias com você.

- Faria isso, por mim? – perguntou um sorriso começando a surgir em seu rosto.

- Você realmente não imagina as coisas que faria por você! – disse enlaçando o seu pescoço e beijando-lhe os lábios.

- Que tal me mostrar algumas agora? – perguntou malicioso

- Com todo prazer capitão... Literalmente falando!- disse. O riso de Edward morreu em sua garganta quando deitei sobre o seu corpo beijando-o com paixão.

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Minhas malas já estavam prontas. Olhei para a cabine onde vivi os mais felizes dias de minha vida, despedindo-me com um aperto no peito. Chegaríamos no Porto de NY em aproximadamente 30 minutos. Parte de mim estava ansiosa para voltar para casa, a outra parte lamentava partir. Eu crescera muito nestes dias como pessoa, como escritora e principalmente como mulher. Edward fez desabrochar em mim uma mulher sensual e cheia de vida. Esse mérito era dele. Saí da cabine e fui procurá-lo. Avistei-o de longe. Ele tinha uma expressão séria no rosto. Sabia que a nossa breve separação estava angustiando-o tanto quanto angustiava a mim. Nosso amor era raro e intenso, do tipo que não se encontra na vida real..acreditava sinceramente que iríamos superar as dificuldades e obstáculos que surgissem em nossos caminhos.

Aproximei-me tocando em sua mão. Edward virou-se para mim sorrindo e passou o braço sobre os meus ombros.

- Onde fica quando está em NY? – quis saber.

- Na casa do meu pai. Carlisle mora aqui. - respondeu

- Pode ficar no meu apartamento, se quiser. – ofereci.

- Da próxima vez. Tenho que organizar umas pendências pessoais ainda hoje e Carlisle me aguarda para conversarmos. - disse fazendo um carinho no meu rosto.

- Quando verei você, novamente? – perguntei ansiosa

- Que tal jantar comigo, amanhã? Posso passar no seu apartamento umas 19h00 para te buscar – disse

- O que acha de ficarmos em casa? Eu posso fazer o jantar. – propus

- Parece-me muito bom. Levarei o vinho. – disse aceitando o convite.

- Perfeito. Combinado! – disse.

Estávamos tentando agir com naturalidade, mas, a tristeza era visível em nossos olhos.

- Sabe que eu te amo – murmurei baixinho.

- Como eu amo você. – respondeu ele me estreitando nos braços.

Quando chegamos ao porto, a multidão que aguardava os passageiros começou a acenar e gritar boas vindas.

- Alguém virá buscá-la? – Edward perguntou. Assenti.

- Mike, meu editor avisou que viria. – respondi.

Os passageiros começaram a desembarcar, fui uma das últimas adiando o momento da despedida. Fiquei na ponta dos pés e beijei-o ele correspondeu ao beijo e depois encostou a testa na minha.

- Até amanhã, amor. – disse ele com voz rouca.

- Até amanhã. – respondi com a minha trêmula. Afastei-me rapidamente para que ele não visse as minhas lágrimas prestes a escorrer pelo meu rosto.

- Bella! – ouvi alguém gritar. Levantei a cabeça e avistei Mike que me esperava com um buquê de flores na mão. Ele veio em minha direção e me abraçou entregando-me as flores em seguida. Agradeci e instintivamente ergui os olhos buscando a figura de Edward, no exato momento que ele virava as costas e se afastava.

Mike falava animado, alheio ao meu estado de espírito. Informou sobre os compromissos e combinamos que passaria na Editora dentro de dois dias para acertar a agenda.

Quando chegamos ao apartamento convidei-o para subir para um chá e foi com alívio que ouvi sua recusa. Ele tinha uma reunião e não queria se atrasar. Agradeci pelas flores e pela carona e subi.

No apartamento coloquei as flores num vaso com água e deixei as malas no quarto. Fui para a cozinha e coloquei água na chaleira para fazer um chá.

Fiquei sentada na poltrona o pensamento em Edward. Faria um jantar caprichado para ele e, depois faria amor com ele a noite inteira... Ri de mim mesma quando percebi no que estava pensando. Era verdade que as pessoas apaixonadas agiam como tolas! A água começou a ferver e levantei para preparar o meu chá, que sorvi lentamente, sentindo seu efeito calmante. Tomei uma ducha em seguida e fui para a cama. Sentindo a falta dos braços do meu amor me envolvendo, adormeci.

Acordei as 8h00 e saltei da cama indo direto para a cozinha. Preparei a cafeteira para coar o café enquanto fazia a minha higiene matinal.

Estava faminta porque não tinha jantado na noite anterior e abri a geladeira pegando uns croissants para esquentar no microondas, queijo e geléia.

Tomei o meu café rapidamente porque tinha muitas coisas para providenciar. Queria receber Edward em grande estilo. O apartamento estava limpo, pois eu tinha uma faxineira que vinha uma vez por semana e eu tinha combinado com ela antes de viajar para que um dia anterior a minha chegada, viesse arejar e limpar o apartamento. Após o café, troquei a roupa de cama, substituindo-a por lençóis de seda marfim. Desfiz as malas guardando a roupa limpa e colocando a suja no cesto da lavanderia. Troquei de roupa e fui ao supermercado comprar as coisas que precisava para o jantar e também para abastecer a geladeira e o freezer. No depois de comprar a comida passei na sessão de flores e comprei um lindo arranjo de rosas de mesa e quatro velas para os candelabros.

Quando cheguei em casa, coloquei a peça de filé mignon numa assadeira e temperei com uma pasta de manteiga, alho, sal e pimenta do reino e cobri com papel alumínio, levando-o a geladeira. Lavei a louça, os talheres e os cristais que usaria no jantar e preparei a mesa decorando-a com uma linda toalha de linho branca bordada que ganhara de Renée. Coloquei o arranjo de flores no centro da mesa ladeado pelos castiçais de cristal. O cardápio seria uma salada de endívias como entrada, seguido de filé mignon assado no forno na manteiga e no alho servido com batatas douradas e risoto de alcachofra. De sobremesa um suflê de goiabada com requeijão. Eu gostava de cozinhar e alguns anos atrás chegara a fazer alguns cursos de culinária. Exibiria meus dotes culinários ao Edward, esta noite. Coloquei um pedaço de torta de frango congelada no microondas para aquecer. Esse seria o meu almoço junto com um suco de laranja. Depois do almoço, fui para o quarto tentar descansar um pouco para estar bem à noite. Fechei os olhos, mas, não consegui dormir. Estava muito agitada. Levantei e decidi antecipar o que podia, exceto a carne, deixando-a para colocá-la no forno quando tivesse mais perto da hora dele chegar. A tarde passou voando depois que me ocupei com os preparativos do jantar. Quando terminei fui tomar uma ducha e vestir-me. Escolhi um vestido tubinho preto, e coloquei um conjunto de brincos e um colar de pérolas que davam duas voltas e calcei sapatos Scarpins pretos. Deixei os cabelos soltos. Fui para a cozinha e coloquei a carne no forno. Às19h00 em ponto o interfone tocou. Corri para atender o coração disparado.

- Sou eu, Edward. – disse identificando-se.

- Suba amor! – disse liberando a porta.

Fui esperá-lo com a porta do apartamento aberta. Assim que ele saiu do elevador, joguei-me nos seus braços cobrindo-o de beijos. Ele abraçou-me

- Também senti saudades – disse sorrindo.

- Vamos entrar. – convidei

Ele entrou e entregou-me a garrafa de vinho e uma caixa de chocolates suíços.

- Eu queria trazer flores, mas, lembrei que você já havia ganhado ontem. – disse olhando para as flores no vaso.

- Você já é o meu presente. – disse e ele sorriu.

- O seu apartamento é charmosamente elegante, assim como você. – ele elogiou.

- Obrigada. E tem cama de casal! – falei arrancando uma gargalhada dele.

Arrastei-o para a cozinha.

- Por que não abre o vinho? O saca-rolha está na primeira gaveta. – disse indicando o armário enquanto retirava o papel alumínio da carne que estava no forno. Ele pegou as taças que estavam na mesa e serviu uma taça para cada um de nós.

- O cheiro está muito bom – elogiou

- Espero que aprove o sabor também – disse com um sorriso.

- Tenho certeza que sim. – ele disse gentilmente.

Quando o timer do forno tocou avisando que a carne estava pronta, servi o jantar.

Edward elogiou muito a comida, repetindo a sobremesa.

- Bella, que encantos mais você esconde? – disse surpreso com o delicioso jantar.

- Nada. Você já desvendou todos os meus segredos. - Disse sorrindo feliz. – Aceita um licor? – perguntei. Quando ele recusou, eu o convidei para um café.

- Aceito. Disse seguindo-me até a cozinha. Estava de costas para ele preparando o café na cafeteira quando ele veio por trás e me abraçou aspirando o perfume entre o meu pescoço e meus cabelos.

- Senti muita saudade!...Disse com a voz torturada. - Desse seu cheiro, do seu corpo, da sua voz, de dormir abraçado a você e de... fazer amor com você.

Girei pendurando-me no seu pescoço.

- Então me mostre o tamanho da sua saudade. - Disse e beijei-o cheia vontade.

Ele me apertou nos seus braços me fazendo sentir o quanto me queria. Abandonou meus lábios para roçar seus lábios no meu pescoço, na minha orelha, tomando meus lábios mais uma vez. Eu esfregava o meu corpo contra a sua rigidez, respirando com dificuldade, peguei-o pela mão e puxei-o em direção ao meu quarto. Tiramos um a roupa do outro sem delicadezas. Edward me deitou na cama e começou a beijar meu corpo que já se consumia num desejo urgente.

- Edward! Não me faça esperar mais. – supliquei. Ele parou de me beijar e olhou-me nos olhos.O desejo também ardia nele.Edward tomou o meu corpo possessivo.E eu entreguei submissa.

O seu corpo sobre o meu forçando, invadindo, empurrando para dentro de mim ondas de prazer que me levavam para outra dimensão. Girei ficando por cima e cavalguei naquele corpo másculo, suas mãos em meus quadris me guiando, motivando. Eu mordia os meus lábios tentando, em vão, conter os meus gemidos. Ele se apoiou nos cotovelos capturando o meu seio com os lábios. Comecei a gozar nesse momento perdendo as forças. Ele girou trocando de posição comigo e estocava com força dentro de mim... Eu ainda estava gozando quando ele se uniu a mim respirando forte em meu ouvido. Adormecemos exaustos e realizados nos braços um do outro.

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